E Se eu Gostasse Muito de Morrer, de Rui Cardoso Martins
Romance
(reedição Tinta da China, 2016)
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Já o tenho cá em casa mas ainda não o li. Gosto muito do Rui Cardoso Martins e adorei o primeiro livro que li: ‘Deixem passar o Homem Invisível’, uma espécie de Lisboa underground que me deu imenso prazer ler “penso eu de que”. Para além das Produções Fictícias (que saudades!) e das crónicas do Público, agora em livro, costumo ouvi-lo na Antena 1 no Fio da Meada, às Quartas de manhã. E lembro-me muito da Tereza Coelho que tão bem dirigia ‘Os Meus Livros’, uma revista de que eu tanto gostava. 🙂 Antonieta
Penso que todos sabem mas, como o RCM disse (com alguma graça) numa entrevista à Anabela Mota Ribeiro, o “penso eu de que” é o seu contributo para a imortalidade da língua portuguesa. 🙂 Antonieta
Já o tenho cá em casa mas ainda não o li. Gosto muito do Rui Cardoso Martins e adorei o primeiro livro que li: ‘Deixem passar o Homem Invisível’, uma espécie de Lisboa underground que me deu imenso prazer ler “penso eu de que”.
Para além das Produções Fictícias (que saudades!) e das crónicas do Público, agora em livro, costumo ouvi-lo na Antena 1 no Fio da Meada, às Quartas de manhã.
E lembro-me muito da Tereza Coelho que tão bem dirigia ‘Os Meus Livros’, uma revista de que eu tanto gostava.
🙂 Antonieta
Penso que todos sabem mas, como o RCM disse (com alguma graça) numa entrevista à Anabela Mota Ribeiro, o “penso eu de que” é o seu contributo para a imortalidade da língua portuguesa.
🙂 Antonieta
Expressão que ficou imortalizada. E suponho que nem teve de pagar direitos de autor ao Pinto da Costa.