Dinis Rocha e Leonor Rocha receberam ontem prémios de excelência pelos seus resultados no 10° e 6° anos, respectivamente. Se um pai sente orgulho num momento destes? Sente muito, claro. Mas, ao mesmo tempo, uma nuvem de preocupação desenha-se no horizonte: que sequelas, que terríveis consequências enfrentarão ao longo das suas vidas por terem realizado exames no seu percurso escolar? É triste vê-los tão bem e saber que nenhum deles poderá já ser um cirurgião feliz.
Talvez seja de pedir uma indemnização ao Estado
Rui Rocha,

Parabéns, Rui!
(um texto a ler pelo ministro da Edu)
E a escrever na novilíngua ilegalmente imposta, seguramente. De outra forma haveria reprovação (ou retenção, ou lá o que é; se ainda há disso).
Em casa os progenitores (“pais”, por estes dias é coisa impensável) decerto combatem essa vergonha.
Valha isso.
Costa
(e parabéns!)
Orgulho numa coisa caduca? É mais provável que as suas capacidades estão a ser desperdiçadas.
Quais os resultados retirados anteriormente com os exames? Zero. Ninguém chumbava e eram somente fogo de vista. Assim sendo, fora o exames que só servem para dizerem que fazem exames, mas que na prática é só perturbação escolar.
Bom texto.
Os resultados reflectem,primordialmente,o ambiente familiar .
O seu enternecido orgulho está mais que justificado – mormente neste nosso tempo…
Cpmts.
Se calhar, eles também deviam estar gratos, pelos pais que têm porque, apesar de haver um assunto que se tornou Tabu, há verdades que, mesmo, sem serem faladas, a pouca investigação permitida, poderá explicar muita coisa. Numa recente entrevista, em 17/04/2016, ao cientista Dinamarquês Helmuth Nyborg, poderá confirmar que nem tudo acontece por acaso e, não falando desses assuntos, muitos, continuarão sem perceber que se podem “despejar” todos os recursos de um país, sem obter nenhum resultado positivo. E
YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=nTdMY9RI-7
Race, Genetics and Intelligence | Helmuth Nyborg and Stefan Molyneux
Como quase sempre demolidor; mande sempre.