De blogue em blogue


Pedro Correia,

 

O Insurgente de parabéns a dobrar. Pelos 11 anos de dinâmica existência e pelo novo grafismo, prenda de aniversário oferecida aos leitores pelos responsáveis deste que é provavelmente o mais influente blogue político português.

 

Parabéns também ao Blasfémias, um dos blogues cuja leitura diária não dispenso. Já lá vão 12 anos (ou apenas três, se respeitarmos o calendário bissexto). Que contem muitos mais. E sempre em boa forma.

 

0 comentários em “De blogue em blogue”

  1. Caro Pedro:
    Sabe quais são as principais diferenças entre os dois blogues que refere e o Delito?
    A mim, iconoclasta político que não se coíbe de dizer o que pensa, fui censurado várias vezes nos dois.
    O primeiro, apesar do fanatismo ideológico-económico que o enforma, ainda traz posts com substância e fundamento.
    O segundo é um puro espaço de guerrilha ideológica, de ofensa «ad hominem» e de luta político-partidária, não menos fanático do que o primeiro do ponto de vista ideológico.
    A caixa de comentários não passa de uma cloaca, ainda pior do que o caneiro de Alcântara.
    Desisti completamente daquilo.
    Aqui no Delito, apesar de muita gente não gostar do que comento, nunca me censuraram nem sequer me repreenderam (os posteiros).
    E os comentadores aguentam o que digo sem insultos.
    É uma grande diferença: e que diferença.
    É a diferença entre quem é capaz de viver em democracia, com a tolerância que sustenta um sistema democrático, e outra que, se pudesse, varreria os «inimigos» da face da terra em nome de verdades de natureza transcendental.

    1. Demonstre que um post seu foi ilegitimamente censurado no Blasfémias.

      “É a diferença entre quem é capaz de viver em democracia, com a tolerância que sustenta um sistema democrático, e outra que, se pudesse, varreria os «inimigos» da face da terra em nome de verdades de natureza transcendental.”

      Sim é isso mesmo, para o seu lado, é você que quer obrigar quem não o é a ser Socialista.
      A Esquerda só teve raras janelas de abertura à liberdade foi com as comunas independentes e com os kibbutz.
      Eu por mim não me importo que você seja socialista, mas seja-o com quem concorda consigo não obrigue quem não concorda.

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