“Actualizar”, deveria ser. Mas enfim, num país onde os loucos retomaram o poder, e se mesmo antes disso já era assim, a ortografia definitivamente de nada vale.
Arruinados, ainda mais arruinados e cada vez mais cavernícolas.
Costa (nada a ver com esse outro)
Nota: “loucos” será bondoso eufemismo. Não há loucura – factor de exclusão de responsabilidade, por doença -, mas sim dolo, calculado, a tudo disposto e desprezando tudo e todos, em nome de agendas de mera e descarada sobrevivência.
Encham os depósitos para aliviar quem foi penalizado durante quatro anos. Não se preocupem que já pagámos os combustíveis tão caros que isto não é nada, é apenas dar mais dignidade, àqueles que foram altamente penalizados, pelo o anterior governo e que ninguém se preocupou e só diziam, aguentam, aguentam. Agora se aguentarem um pouquinho é um acto que nos elevará porque com isso aliviaremos os mais pobres, os sem emprego, os sem automóvel… que aqui estarão livres.
Mesmo que uma pessoa tenha um carrão com depósito para 70 litros de carburante, e que por mero acaso aconteça esse depósito estar neste preciso momento vazio, a poupança total que se obterá com tanta pressa será apenas de 4 euros e vinte cêntimos. A pressa não vale a pena.
Ouvi um tipo na ETV a dizer algo nos mesmos moldes, “7 euro e tal, o que é isso?” Os socialistas que tanto falam em nome do povo são os que pelos vistos menos os conhecem. Basta dar um exemplo, qual é o português que mete o carro num parque de estacionamento quando pode dar 10 voltas e se não tiver paciência estacionar mal e sujeitar-se a uma multa. O mesmo que acha que 7 euro é muito dinheiro. Não interessa a lógica estar falhada à partida, é a mentalidade. Quem não entende isto não entende nada.
O que não se entende é a lógica do teu comentário. Vê lá se consegues clarificar a coisa.
O português não gosta que lhes digam que são ninharias, mesmo que aparentemente o sejam, ele é que decide se é ou não é e sente-se ofendido nessa ousadia alheia. Tal como se sente ofendido pelo preço dos parques, olha para eles e diz “não”, preferindo em alternativa dar 20 voltas e gastar o mesmo em combustível ou sujeitar-se a uma multa. É só isso.
O português não prefere dar 20 voltas. Prefere dar uma. E se tiver azar, dá outra. E por aí fora. É diferente. O português prefere o certo ao incerto. Vai ter de dar 20 voltas? Ele acredita que não vai ser preciso (e mesmo se der, não lhe é fácil traduzir em números o gasto de combustível e de carro). Será multado? Ele calcula que não. Prefere arriscar para poupar os tais 7 euros que era certo que ia ter de gastar. É uma espécie de jogo de probabilidades. E costuma dar-se razoavelmente bem. Quando se dá mal, prefere atirar culpas do que fazer contas. O português só muda de ideias quando vai viver para o estrangeiro. Porque aí as multas tornam-se certas. O objectivo passa então a ser poupar os 40 euros da multa. E os 7 euros começam a parecer uma ninharia.
Regressando aos 4 euros e 20 cêntimos: na minha zona, para muita gente representa um mês de pão. Dá para tomar café durante uma semana. Dá para pagar uma diária, ou a refeição em casa para toda a família. Se o português médio da minha zona tiver oportunidade de poupar essa quantia, é garantido que vai tentá-lo. Mesmo que o esforço acabe por não compensar.
Claro que também há aqueles que, ao mesmo tempo que se afligem com os tais 4 euros, gastam sem quaisquer remorsos 800 no último modelo de iphone. Mas isso já é outra cantiga…
Afinal não havia grandes dúvidas. Ainda bem!
Essa outra cantiga é que tem muito que se lhe diga…
“Actualizar”, deveria ser. Mas enfim, num país onde os loucos retomaram o poder, e se mesmo antes disso já era assim, a ortografia definitivamente de nada vale.
Arruinados, ainda mais arruinados e cada vez mais cavernícolas.
Costa (nada a ver com esse outro)
Nota: “loucos” será bondoso eufemismo. Não há loucura – factor de exclusão de responsabilidade, por doença -, mas sim dolo, calculado, a tudo disposto e desprezando tudo e todos, em nome de agendas de mera e descarada sobrevivência.
A culpa foi dos eleitores. O povo erra.
Encham os depósitos para aliviar quem foi penalizado durante quatro anos. Não se preocupem que já pagámos os combustíveis tão caros que isto não é nada, é apenas dar mais dignidade, àqueles que foram altamente penalizados, pelo o anterior governo e que ninguém se preocupou e só diziam, aguentam, aguentam. Agora se aguentarem um pouquinho é um acto que nos elevará porque com isso aliviaremos os mais pobres, os sem emprego, os sem automóvel… que aqui estarão livres.
A “escola Tarik Aziz” no seu melhor…
Costa (nada a ver com esse outro)
Mesmo que uma pessoa tenha um carrão com depósito para 70 litros de carburante, e que por mero acaso aconteça esse depósito estar neste preciso momento vazio, a poupança total que se obterá com tanta pressa será apenas de 4 euros e vinte cêntimos.
A pressa não vale a pena.
Ó Lavoura, tu não tens a mínima noção do país em que vives.
A conta que eu fiz é verdadeira independentemente do país em que se viva…
Quatro euros e vinte cêntimos não valem a pena?! És um néscio.
Ouvi um tipo na ETV a dizer algo nos mesmos moldes, “7 euro e tal, o que é isso?”
Os socialistas que tanto falam em nome do povo são os que pelos vistos menos os conhecem. Basta dar um exemplo, qual é o português que mete o carro num parque de estacionamento quando pode dar 10 voltas e se não tiver paciência estacionar mal e sujeitar-se a uma multa. O mesmo que acha que 7 euro é muito dinheiro. Não interessa a lógica estar falhada à partida, é a mentalidade. Quem não entende isto não entende nada.
O que não se entende é a lógica do teu comentário.
Vê lá se consegues clarificar a coisa.
O português não gosta que lhes digam que são ninharias, mesmo que aparentemente o sejam, ele é que decide se é ou não é e sente-se ofendido nessa ousadia alheia. Tal como se sente ofendido pelo preço dos parques, olha para eles e diz “não”, preferindo em alternativa dar 20 voltas e gastar o mesmo em combustível ou sujeitar-se a uma multa. É só isso.
O português não prefere dar 20 voltas. Prefere dar uma. E se tiver azar, dá outra. E por aí fora. É diferente. O português prefere o certo ao incerto. Vai ter de dar 20 voltas? Ele acredita que não vai ser preciso (e mesmo se der, não lhe é fácil traduzir em números o gasto de combustível e de carro). Será multado? Ele calcula que não. Prefere arriscar para poupar os tais 7 euros que era certo que ia ter de gastar. É uma espécie de jogo de probabilidades. E costuma dar-se razoavelmente bem. Quando se dá mal, prefere atirar culpas do que fazer contas.
O português só muda de ideias quando vai viver para o estrangeiro. Porque aí as multas tornam-se certas. O objectivo passa então a ser poupar os 40 euros da multa. E os 7 euros começam a parecer uma ninharia.
Regressando aos 4 euros e 20 cêntimos: na minha zona, para muita gente representa um mês de pão. Dá para tomar café durante uma semana. Dá para pagar uma diária, ou a refeição em casa para toda a família. Se o português médio da minha zona tiver oportunidade de poupar essa quantia, é garantido que vai tentá-lo. Mesmo que o esforço acabe por não compensar.
Claro que também há aqueles que, ao mesmo tempo que se afligem com os tais 4 euros, gastam sem quaisquer remorsos 800 no último modelo de iphone. Mas isso já é outra cantiga…
Afinal não havia grandes dúvidas. Ainda bem!
Essa outra cantiga é que tem muito que se lhe diga…