Correio da Manhã:
Carros novos aumentam 12,5 por cento
i:
Camionistas ameaçam paralisar o País
Diário Económico:
Centeno admite mais austeridade
Jornal de Negócios:
Furacão financeiro assusta Portugal
Diário de Notícias:
Governo vai reforçar contactos para acalmar mercados
Público:
Eurogrupo força Portugal a preparar plano B com mais austeridade

Muito bem, se temos Viaduto Duarte Pacheco, porque não com Humberto Delgado o Aeroporto?
E Já agora porque não Ponte José Canto Moniz?
O seu a seu dono.
E como o meu ídolo escolhia os melhores, mais honestos, mais responsáveis e mais patriotas, para quando um Panteão em Santa Comba?
Já temos um aeroporto Sá Carneiro (ideia infeliz), já temos um aeroporto D. João Paulo II (em Ponta Delgada), vamos ter um aeroporto Humberto Delgado.
Eu gostaria que tivéssemos um aeroporto Gago Coutinho e um aeroporto Sacadura Cabral – estes sim, foram heróis da aviação. Mas já sabemos o tratamento que Portugal costuma dispensar aos seus heróis: esquecê-los.
É o pluralismo noticioso no seu esplendor.
É a vida, como dizia o outro. Pelo menos hoje não há manchetes sobre futebol na imprensa generalista.
Ninguém vai deixar de comprar carro pelo aumento. Se estão revoltados questionem a UE.
Se os camionistas paralisarem o país que questionem a UE, mas ninguém os viu paralisar com a descida dos combustíveis e a reduzirem os preços.
Centena é obrigado a fazer o que os crânios de Bruxelas impõem, esquecem-se é de fazer isso à França, Alemanha, Espanha…perante uma UE assim pergunta-se que fazemos nós nesta UE?
Tudo assusta Portugal porque sabem que nos podem massacrar e cá estamos nós para obedecer.
É pena que o medíocre do Presidente do Eurogrupo que faz plágio em exames, obrigue os outros a fazerem sacrifícios, atrás de sacrifícios e não obrigue o seu país a pagar o que deve.
É o que pode fazer perante tanta incompetência, numa UE de incapazes que só olha os euros e fica cega, à brutalidade de medidas que impõe. Esta UE não serve os cidadãos, serve a ganância, a arrogância, o capitalismo e despreza os necessitados.
Você chama-se Maria Antonieta?
Até parece. A sua frase inicial faz-me lembrar uma outra: “Se não têm pão, comam brioches.”
Maria quem? Não elevemos excessivamente o grau de instrução e o nível intelectual necessário para frequentar este blogue. É ocioso e como tal de direita (evidentemente, depois de escrever “de direita” é desnecessário elaborar: a coisa é auto-explicativa).
Isso é História remota e o nosso mundo basta-se com António Costa/PS/BE/PC – santos redentores e heróis do povo; e com PSD/CDS/UE/FMI/e-o-mais-que-tiver-a-ver-c om-o-ocidente – grandes e malvados opressores sem redenção.
Costa
Não, não me chamo Antonieta. Estarei sempre, ao lado dos desfavorecidos e não tolero jornalistas de jornais que não informam, mas desinformam e têm como lema, assustar os mais fracos. Também não tolero, esta UE que faz dos fracos cobaias e não tem mão pesada com países que não cumprem as regras da UE. Isto é grave, mas é bem real e não vejo ninguém preocupado com isso.
É pena não se chamar Maria Antonieta. Temo assim que esta sua frase acabe por não ter a fama da outra, aliás apócrifa.
Mas vale a pena reproduzi-la aqui:
“Se estão revoltados [com o Governo] questionem a UE.”
Só não sei, neste caso, se Costa faz de pão ou de brioche.
Alguma vez se questionou sobre o comportamento da UE? Claro que não, até apoia. Não sabe que faz Costa, mas já deve saber que Passos, quer mudar e estar mais próximo do centro e também deve saber que os fundadores do PSD, não apoiam este PSD. Que quer para o seu país? Um país onde haja menos fome ou um país onde a mendicidade prolifera? Pelos seus comentários interessa-lhe é provocar o governo e fazer crítica destrutiva e isso meu caro, não leva a lado nenhum.