Está em sintonia com tudo o que escrevi no seu 1º Conselhos de Costa, continua a repetição do seu desejo disciplinador e, naturalmente que, para quem se considere de “uma casta superior” nunca poderá ter amigos, de castas que considere inferiores (nem que eles pertençam ao mesmo Partido político e, olhando como tratou Seguro e ao fugir de visitar Sócrates, Costa também mostra como, para ele, o Partido não passa de um trampolim e, definitivamente, nota-se o seu enorme complexo de superioridade, seja a tratar subalternos, ao nomear o seu sucessor na Câmara ou até como trata o Ministro das Finanças e, nem deve reparar, como fica estranho, em tão poucas horas, vir desdizer um Ministro que, à partida, na situação económica em que nos encontramos, terá mais a dizer do que ele.
Curiosamente, os complexos de superioridade, são desencadeados por um mecanismo subconsciente de compensação neurótica, desenvolvido por um indivíduo, como resultado de um sentimento de inferioridade e, este complexo específico é, frequentemente, despertado quando o indivíduo, se compara a outros (aqui não sou eu que digo mas há, entre muitos, dois fatores contemplados na psicologia individual) tanto pode ter sido, por ter notado a sua má aparência ou a sua baixa inteligência. Aqui, só posso divagar sobre os fatores que lhe possam ter desencadeado tal complexo, mas ambos lhe podem assentar como uma luva, no entanto, da minha parte, não passará de pura especulação porque, só o Costa, saberá o que sente, quando se compara a políticos muito mais bem parecidos ou muito mais inteligentes do que ele 😉
E, já agora, aproveito para acrescentar mais um pormenor. Podem haver muitas definições de Poder Totalitário mas, para mim, não há nada pior do que, um Estado, também querer controlar, tudo, o que fazemos com os nossos próprios corpos e, é bom que comecem a pensar nesse pormenor, já basta sermos “espremidos” com impostos mas, com esta “nova maneira” de nos taxar, pouco deve faltar, para também quererem legislar tudo o que fazemos, com aquilo que é, Exclusivamente Nosso. De abuso, em abuso, devagar, devagarinho, daqui a nada, temos menos direitos do que um rebanho de ovelhas. E não me venham com a desculpa esfarrapada que é para nosso bem e, tudo feito com boas intensões porque, dessas, está o Inferno cheio e, a História existe, para nos poder confirmar, a malignidade de tais intensões.
Está em sintonia com tudo o que escrevi no seu 1º Conselhos de Costa, continua a repetição do seu desejo disciplinador e, naturalmente que, para quem se considere de “uma casta superior” nunca poderá ter amigos, de castas que considere inferiores (nem que eles pertençam ao mesmo Partido político e, olhando como tratou Seguro e ao fugir de visitar Sócrates, Costa também mostra como, para ele, o Partido não passa de um trampolim e, definitivamente, nota-se o seu enorme complexo de superioridade, seja a tratar subalternos, ao nomear o seu sucessor na Câmara ou até como trata o Ministro das Finanças e, nem deve reparar, como fica estranho, em tão poucas horas, vir desdizer um Ministro que, à partida, na situação económica em que nos encontramos, terá mais a dizer do que ele.
Curiosamente, os complexos de superioridade, são desencadeados por um mecanismo subconsciente de compensação neurótica, desenvolvido por um indivíduo, como resultado de um sentimento de inferioridade e, este complexo específico é, frequentemente, despertado quando o indivíduo, se compara a outros (aqui não sou eu que digo mas há, entre muitos, dois fatores contemplados na psicologia individual) tanto pode ter sido, por ter notado a sua má aparência ou a sua baixa inteligência. Aqui, só posso divagar sobre os fatores que lhe possam ter desencadeado tal complexo, mas ambos lhe podem assentar como uma luva, no entanto, da minha parte, não passará de pura especulação porque, só o Costa, saberá o que sente, quando se compara a políticos muito mais bem parecidos ou muito mais inteligentes do que ele 😉
E, já agora, aproveito para acrescentar mais um pormenor. Podem haver muitas definições de Poder Totalitário mas, para mim, não há nada pior do que, um Estado, também querer controlar, tudo, o que fazemos com os nossos próprios corpos e, é bom que comecem a pensar nesse pormenor, já basta sermos “espremidos” com impostos mas, com esta “nova maneira” de nos taxar, pouco deve faltar, para também quererem legislar tudo o que fazemos, com aquilo que é, Exclusivamente Nosso.
De abuso, em abuso, devagar, devagarinho, daqui a nada, temos menos direitos do que um rebanho de ovelhas.
E não me venham com a desculpa esfarrapada que é para nosso bem e, tudo feito com boas intensões porque, dessas, está o Inferno cheio e, a História existe, para nos poder confirmar, a malignidade de tais intensões.