«Há muito tempo que o Natal foi sendo lentamente esvaziado de sentido religioso. E não foi por qualquer “tolerância” ou “inclusão” religiosa. Foi apenas porque foi transformado num acontecimento essencialmente comercial em torno do qual gira uma importante actividade económica. A nostalgia do antigo Natal tradicional das nossas aldeias, tal como era vivido até 1960, não é suficiente para contrapor a um modelo de celebração cada vez mais global, em que o significado económico e comercial suplantou o significado espiritual e religioso, através de modelos de inspiração americana popularizados globalmente através das indústrias da “Cultura Pop” como o cinema, a televisão e os cantores pop.
Isto não é motivado por qualquer desejo de “tolerância” embora possa ser justificado com esse discurso. É apenas uma forma de alargar o mercado potencial da “Indústria do Natal” a nível global.»
Do nosso leitor José. A propósito deste texto do José António Abreu.

O facto de se chamar só Natal em Portugal reforçou esse sentimento quando as próprias famílias ficam menos religiosas. Poucos ligam Natal a Nascimento. Natal vem do Italiano Natale. Nós temos a palavra natalidade mas é uma palavra pouco empregue usamos muito mais nascer e nascimento.
Ao invés nos EUA ainda chama-se Christmas.
Embora tentem acabar e chamem-lhe holidays e em escolas “inclusivas” o tenha desaparecido.
“Isto não é motivado por qualquer desejo de “tolerância” embora possa ser justificado com esse discurso.”
Só para quem – neste caso a Esquerda Marxista aliada agora ao Islamismo- pretende que a celebração de Natal é uma manifestação de intolerância e imposição.
Nem sequer é o Natal específico que a Esquerda Marxista está contra, mas manifestações de identidade ocidental. Tudo o que é Identidade Ocidental é para ser apagado.
Culpem o capitalismo e a Coca-Cola!
Ainda bem: o outro era piegas e miserabilista. Este é rico, bonito e tem árvores.