«Os jornalistas são os menos culpados do que se está a passar no jornalismo.
Se o poder económico domina tudo, por que razão não deveria dominar a informação (especialmente a que é do seu interesse)?
Hoje existe um monopólio da comunicação social que nunca antes existiu. Nem durante a ditadura, em que houve jornais que, mesmo com a existência da censura, nunca foram a “voz de qualquer dono”. Como por exemplo a República e o Diário de Lisboa.
Os jornalistas dos nossos dias sobrevivem (precisam do ordenado para subsistir diariamente…) e sujeitam-se ao poder dos directores escolhidos a dedo pelos “donos” do jornal, estes sim, cada vez mais “censores” com um lápis invisível capaz de cortar mais que os velhinhos lápis de cor azul…»
Do nosso leitor Luís Milheiro. A propósito deste texto da Patrícia Reis.

Haha! o Luís Milheiro não conhece mesmo os jornais. Os directores escolhem os jornalistas a dedo. Estatistas obviamente.
Jornalistas que pensam todos quase o mesmo sobre tudo pois vêm todos das mesmas escolas.
Por exemplo é por causa da auto censura do jornalismo e dos jornalistas que a Front National chegou onde chegou em França. Negaram, esconderam a verdade da imigração durante décadas a verdade acabou no regaço da FN.
Na mouche !
P.S. – Estou espantado por ter sido escolhido este comentário que embora seja um pouco desculpabilizador para os jornalistas retrata em breves linhas o que é a comunicação social e socializada hoje em dia, que trata VERDADE como um mero apêndice das “noticias”.