ABRIL
«Este é o tempo do futuro. Não podemos aceitar retrocessos no caminho feito depois de Abril.»
AMORFISMO
«Lutarei contra o amorfismo, a indiferença, a resignação, a passividade, o conformismo e o pensamento único.»
ATENTO
«Estarei especialmente atento à celebração, no futuro, de compromissos que reduzam os poderes soberanos do nosso país.»
CONTEMPORANEIDADE
«Estarei atento à pluralidade e à diversidade, às diferentes maneiras de pensar e de estar na vida, sempre aberto à contemporaneidade e às grandes questões do nosso tempo.»
DAR
«Há momentos na vida em que precisamos de dar tudo. Esse momento é agora.»
DIFERENTE
«Farei uma campanha diferente, durante a qual me preocuparei sobretudo em ouvir e pensar com as pessoas, em conhecer as diferentes histórias que coexistem num mesmo tempo e num mesmo espaço.»
ENCONTRAR
«Temos de encontrar soluções para uma dívida que sufoca os Estados.»
EMIGRAÇÃO
«Não podemos aceitar a emigração da nossa juventude mais qualificada, da nossa ciência e do nosso conhecimento.»
ESCUTA
«Procurarei não ficar por um conhecimento superficial da realidade e inscrever um outro conhecimento da vida e do país real, através do encontro e da escuta.»
ESPERANÇA
«Esta é, tem que ser, novamente, a nossa hora, a hora de todas as mulheres e homens deste país, a hora de Portugal. Abriu-se o tempo da esperança.»
EXISTIR
«É preciso unir uma sociedade rasgada, juntando os portugueses, as portuguesas, numa luta comum, sem medo de existir.»
HUMANIDADE
«É preciso trazer a vida para dentro da política, com humanidade.»
IMPACIENTEMENTE
«Apoiarei sempre as iniciativas mais dinâmicas, as forças de inovação e de progresso que existem na sociedade portuguesa. Impacientemente.»
LEGADO
«Em tudo, procurarei honrar a confiança em mim depositada, dando continuidade ao legado dos mandatos dos Presidentes Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio.»
PALAVRAS
«As palavras não são só palavras. São pessoas, são vidas, são passado e são futuro.»
PESSOAS
«É preciso que a política se faça com as pessoas, pelas pessoas, com sentido de Estado e de serviço público.»
PROPOR
«Tentarei antecipar os problemas, propor, agir para que se alcancem soluções sólidas e duradouras.»
SOLIDARIEDADE
«A minha magistratura será de solidariedade nacional.»
URGENTE
«É urgente reforçar a confiança da população na Administração Pública.»
VITALIZAR
«O Presidente da República ajuda a vitalizar e a aprofundar a democracia, como voz independente que ouve e dialoga com todas as pessoas.»
Da Carta de Princípios de António Sampaio da Nóvoa

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Mais uma rubrica para seguir — aliás, muito bem inaugurada.
Obrigado, Ricardo. É mesmo para continuar, como a numeração indicia. Mas só com candidatos a sério. Os outros, género toca-e-foge, não virão aqui.
só com candidatos a sério. Os outros, género toca-e-foge
Quais são os candidatos a sério e quais são os toca-e-foge? Tendo em conta que o Pedro confessa já uma vez ter votado em Garcia Pereira, presumo que esse será um candidato a sério. Mas, se Garcia Pereira, apesar dos poucos votos que recebeu, é um candidato a sério, que outros não o serão?
Eu votei no Coelho madeirense nas últimas presidenciais. Seria ele também um candidato a sério? Ou terei eu estado apenas a brincar?
Candidatos a sério são os que reúnem as 7500 assinaturas exigidas pela lei e concorrem de facto a Belém.
Os outros são toca-e-foge.
Não ligue ao Lavoura, que não passa de um pobre provocador, convencido que é um génio. Há gente assim, que havemos de fazer?
Ele às vezes também é assim. Toca-e-foge.
Nunca alguém disse tão pouco com tanto palavreado.
“Barba tenus sapientes”.
Ora bem. O primeiro de muitos, espero. E que resultem num novo livro !
Os brutum fulmen do costume são tão previsíveis como espirros no Inverno.
Bom fim de semana e um grande abraço.
Vamos a ver no que dá, Dulce. Para já não dá muito porque os documentos programáticos dos candidatos e proto-candidatos são ainda muito escassos.
Bom fim de semana também para si.
Percebe-se que percebe que há quem perceba que alguém não percebe o que deveria perceber. Perceberam?.
Aguardo, já com um sorriso divertido, a próxima antologia candidatalícia.
Julgo ter percebido.
O chorrilho de contradições habitual. E onde fica claro o ódio do candidato aos Portugueses que não são extremamente politizados.
Contradição
«Lutarei contra o amorfismo, a indiferença, a resignação, a passividade, o conformismo…”
Vs
“Estarei atento à pluralidade e à diversidade, às diferentes maneiras de pensar e de estar na vida…”
Vs
“É preciso unir uma sociedade rasgada, juntando os portugueses, as portuguesas, numa luta comum”
‘E pluribus unum’ (lagarto, lagarto…)