Não sei onde ele escreve crónicas habitualmente, deduzo que não são crónicas feitas propositadamente para um livro. Um homem muito culto e por isso é normal que a maioria das suas obras literárias mais íntimas não sejam sucessos editoriais, mas em crónicas pode levantar interessantes interpretações do que se passa e faz à nossa volta.
É talvez o melhor cronista sobre literatura no Portugal contemporâneo. Cada texto dele é mais do que uma crónica: é um pequeno ensaio. Um mergulho convidativo na obra de cada autor.
Carlos, o Pedro Mexia escreve, e bem, na revista do expresso e na revista Ler. Já me aconteceu comprar o jornal só por causa de uma crónica ou recensão dele. A Tinta da China editou, pelo menos, três livros imperdíveis: ‘O Mundo dos Vivos’, ‘Lei Seca’ e ‘Cinemateca’. 🙂 Antonieta
Li agora no livro que estas crónicas foram publicadas nos jornais Público e Expresso entre 2008 e 2015. Sou leitora antiga do Público, mas apenas às sextas-feiras por causa do Ípsilon, pelo que depreendo que o Pedro Mexia publicará as suas crónicas num dos outros dias. Antonieta
Curioso, acabei de chegar da Bertrand com este livro, e também com o ‘Todos os fogos o fogo’ do Cortázar e o ‘Uma aventura secreta do marquês de Bradomín’ da Teresa Veiga, todos com 20% desconto (a campanha termina amanhã). 🙂 Antonieta
? Já não pode um gajo dizer que o fulano não escreve a ponta de um chaveco como poeta (atenção que não disse como cronista e ex-blogger) que é logo chamado de grunho. Sou roscofe, eu sei, mas como também sei ler e tenho pinha para pensar, então digo cá das minhas!
Mas…caçar-me? oh menina tenha paciência…Talvez seja bronco mas sou contra a caça (mesmo de gambuzinos),a tourada e contra a violência, a não ser que provoquem claro.
Como poeta não vale um chavo mas até faz boas leituras e além disso dava melhor mistro da cultura que o bruto que lá está.
Você escolheu bem o seu ‘petit nom’. Grunho.
Não sei onde ele escreve crónicas habitualmente, deduzo que não são crónicas feitas propositadamente para um livro.
Um homem muito culto e por isso é normal que a maioria das suas obras literárias mais íntimas não sejam sucessos editoriais, mas em crónicas pode levantar interessantes interpretações do que se passa e faz à nossa volta.
É talvez o melhor cronista sobre literatura no Portugal contemporâneo. Cada texto dele é mais do que uma crónica: é um pequeno ensaio. Um mergulho convidativo na obra de cada autor.
Carlos, o Pedro Mexia escreve, e bem, na revista do expresso e na revista Ler. Já me aconteceu comprar o jornal só por causa de uma crónica ou recensão dele.
A Tinta da China editou, pelo menos, três livros imperdíveis: ‘O Mundo dos
Vivos’, ‘Lei Seca’ e ‘Cinemateca’.
🙂 Antonieta
Obrigado pela informação e indicação.
Li agora no livro que estas crónicas foram publicadas nos jornais Público e Expresso entre 2008 e 2015. Sou leitora antiga do Público, mas apenas às sextas-feiras por causa do Ípsilon, pelo que depreendo que o Pedro Mexia publicará as suas crónicas num dos outros dias.
Antonieta
Agradeço-lhe a informação adicional, Antonieta.
Curioso, acabei de chegar da Bertrand com este livro, e também com o ‘Todos os fogos o fogo’ do Cortázar e o ‘Uma aventura secreta do marquês de Bradomín’ da Teresa Veiga, todos com 20% desconto (a campanha termina amanhã).
🙂 Antonieta
Vai ser retomada depois do Natal, Antonieta. Tenho a certeza.
Quando começa a caça ao Grunho?
Quero ir
Entretanto foi ele à caça. Apanhar gambuzinos.
? Já não pode um gajo dizer que o fulano não escreve a ponta de um chaveco como poeta (atenção que não disse como cronista e ex-blogger) que é logo chamado de grunho. Sou roscofe, eu sei, mas como também sei ler e tenho pinha para pensar, então digo cá das minhas!
Mas…caçar-me? oh menina tenha paciência…Talvez seja bronco mas sou contra a caça (mesmo de gambuzinos),a tourada e contra a violência, a não ser que provoquem claro.