Em termos legais, os contratos feitos verbalmente produzem exactamente as mesmas consequências que os contratos escritos. Assim, «A palavra de um cidadão vale tanto como um papel assinado.»
… se eu não tivesse visto tanta gente, a caminho de advogados, com tantos papeis assinados… era capaz de ficar mais convencida e, como o valor da palavra dada ou papel assinado, há muito que valem cada vez menos… garantidas, mesmo… só ficam as dúvidas e a incerteza.
“Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado.”
Esta frase é bastante interessante, o Estado passa a pagar os sacrifícios? Curiosamente, são as famílias, as empresas, no fundo, todos os contribuintes, através dos impostos que são os fornecedores do dinheiro que o Estado tem e usa mas, às vezes, parece que pensam que o dinheiro vem das algibeiras dos Ministros ou do Pai Natal.
Das duas uma, cortamos, a umas famílias e empresas o que recebem do Estado ou aumentamos a outras famílias os impostos. O Estado apenas faz a redistribuição do dinheiro recebido e, aqui, é que está o problema, há aqueles que têm garantido o que recebem e, outros, só têm garantido que, cada vez, vão pagar mais. Como o dinheiro não é suficiente para tanta despesa, pedimos empréstimos para não entrar em bancarrota e, assim, os funcionários públicos, como por exemplo: professores, médicos, enfermeiros, reformados… até, a um leque muito variado de prestações da segurança social…. poderem, assim, todos receber ordenados, pensões e, outras comparticipações dadas pelo Estado.
Enquanto muitos parecem não perceber, de onde sai o dinheiro que o Estado usa e que, não chega para pagar a despesa fixa e garantida dos que as recebem e que, os que pagam estão a ficar sem possibilidade de pagar mais… frases do tipo “o Estado passa a pagar os sacrifícios em vez das famílias”, é pura conversa da treta para não dizer idiotice.
Resumindo, todos querem dinheiro e este, nem sequer é pouco… não chega e, cada vez, se gastará mais, porque ao pedir mais, aumentará a dívida e os juros. Os reformados não querem cortes, porque já descontaram e todas as razões e mais algumas, para não terem cortes. Mas, também não entendem que, quando eles trabalhavam, os descontos que faziam, eram para pagar aos reformados dessa altura… o dinheiro não foi para nenhum mealheiro.
Hoje quem trabalha, também não quer que lhe aumentem os descontos nem os impostos ora, como ninguém se lembrou de ter muitos filhos, falta pouco, para termos mais reformados do que pessoas no ativo. (Falam muito dos que foram trabalhar para fora do país mas esquecem a taxa de natalidade e, é tanto o dinheiro pago pelo Estado que também acaba por não entrar na economia e aumentar os postos de trabalho) Alguns parecem querer Tudo… “sol na eira e chuva no nabal”. Outros, querem Tudo e muito. Por este andar, com tanto empréstimo, para pagar agora e no futuro, os que, presentemente, estão a ajudar a pagar as despesas, incluindo as reformas, esses, de certeza, vão acabar por não ter reforma nenhuma.
Expliquem bem a verdade porque, eu, até já me mentalizei que não irei ter nenhuma pensão de reforma… mas, os que querem este PS, saberão que aumentando a despesa, estão a gastar agora e a arriscar o futuro? Se a economia não se comportar como eles “esperam”, as futuras reformas podem ficar inviabilizadas e, em vez de reforma, vão ter de continuar a trabalhar até morrer, não só para sobreviver mas, também, para pagar o que estiver em dívida, algo que Costa e Cª, quer continuar a agravar.
O pior, é que até os subsídios da UE vão acabar no prazo de 4 anos e, ainda não me esqueci que, antes das eleições, Costa falava em gastar esse dinheiro de 4 anos, num só ano, para “fomentar a economia”, eu diria que é para aumentar o consumo e isso, não garante nada, até podemos acabar por fomentar a economia de outro país, quando consumimos bens importados.
Não gosto de jogo e muito menos, de jogar a dinheiro, Costa em vez de querer ser 1º Ministro, devia escolher ser gerente de um casino, pelo menos, aí, só arrisca e perde dinheiro… quem quer.
As palavras que cito são do novo líder da oposição com formação tecnoformica.
O Governo que terminou em Outubro tinha em 2011 mais 50% dos votantes do seu lado e mesmo assim não fez nenhuma reforma que origina-se diminuição de despesa de forma estrutural, além de ter mentido antes das eleições (para as vencer). Estes anos da troika poderiam ter originado verdadeiras reformas no Estado e no pôr travão nas oligarquias instaladas em vez disso vendeu-se tudo o que dava lucro, aumentou-se ainda mais as rendas dos privados em novos sectores (educação / saúde ) e claro os impostos de forma desmesurada sem resultados aceitáveis, etc , já para não falar nas recorrentes escandaleiras em que vários membros do governo se viram envolvidos.
Sempre disse aqui no DdO que não houve austeridade em Portugal e que o governo limitou-se a ser forte com os fracos e fraco com os fortes, não estando á altura de valores inerentes a quem é de direita, por isso não estou preocupado com o governo de esquerda, caso haja um novo resgate, o mesmo também seria inevitável caso o Paf tivesse continuado no governo.
Sei que são do novo líder, ainda há pouco falei dele e, estou a ver que, se repito muitas vezes a palavra Costa, o tipo de energia que isso, faz brotar da minha mente, ainda é capaz de se transformar numa doença física… tipo alérgico ou algo semelhante LOL
Em termos legais, os contratos feitos verbalmente produzem exactamente as mesmas consequências que os contratos escritos. Assim, «A palavra de um cidadão vale tanto como um papel assinado.»
Caro Colega
Diogo Moreira
…” Em termos legais, os contratos feitos verbalmente produzem….”
Falta acrescentar : Com testemunhas idóneas .
Caso contrário entra em contradição com o Artº c.44 / alínea 33.
Saudações
Passos não tem maioria absoluta, Costa não tem maioria relativa, vamos ver a merda que isto vai dar.
… se eu não tivesse visto tanta gente, a caminho de advogados, com tantos papeis assinados… era capaz de ficar mais convencida e, como o valor da palavra dada ou papel assinado, há muito que valem cada vez menos… garantidas, mesmo… só ficam as dúvidas e a incerteza.
Se ele diz acredito!
Mark Margo
http://www.markmargo.net (site cor de rosa com celebridades, cinema e PLAYMATES )
Já estas palavras levou-as o vento.
“não usaremos nunca a situação que herdamos
como desculpa para o que tivermos que fazer”.
“Governo não irá desculpar-se com o passado”
“Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água
por precaução.”
“Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro
tapando com impostos o que não se corta na despesa.”
“Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai
reduzir a carga fiscal às famílias.”
“Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser
reduzidas.”
“Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e
criminalmente responsáveis pelos seus actos.”
“Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer
austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos.”
“Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais
terão que ajudar os que têm menos.”
“Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às
empresas para o Estado.”
“Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às
empresas para o Estado.”
Esta frase é bastante interessante, o Estado passa a pagar os sacrifícios? Curiosamente, são as famílias, as empresas, no fundo, todos os contribuintes, através dos impostos que são os fornecedores do dinheiro que o Estado tem e usa mas, às vezes, parece que pensam que o dinheiro vem das algibeiras dos Ministros ou do Pai Natal.
Das duas uma, cortamos, a umas famílias e empresas o que recebem do Estado ou aumentamos a outras famílias os impostos. O Estado apenas faz a redistribuição do dinheiro recebido e, aqui, é que está o problema, há aqueles que têm garantido o que recebem e, outros, só têm garantido que, cada vez, vão pagar mais. Como o dinheiro não é suficiente para tanta despesa, pedimos empréstimos para não entrar em bancarrota e, assim, os funcionários públicos, como por exemplo: professores, médicos, enfermeiros, reformados… até, a um leque muito variado de prestações da segurança social…. poderem, assim, todos receber ordenados, pensões e, outras comparticipações dadas pelo Estado.
Enquanto muitos parecem não perceber, de onde sai o dinheiro que o Estado usa e que, não chega para pagar a despesa fixa e garantida dos que as recebem e que, os que pagam estão a ficar sem possibilidade de pagar mais… frases do tipo “o Estado passa a pagar os sacrifícios em vez das famílias”, é pura conversa da treta para não dizer idiotice.
Resumindo, todos querem dinheiro e este, nem sequer é pouco… não chega e, cada vez, se gastará mais, porque ao pedir mais, aumentará a dívida e os juros.
Os reformados não querem cortes, porque já descontaram e todas as razões e mais algumas, para não terem cortes. Mas, também não entendem que, quando eles trabalhavam, os descontos que faziam, eram para pagar aos reformados dessa altura… o dinheiro não foi para nenhum mealheiro.
Hoje quem trabalha, também não quer que lhe aumentem os descontos nem os impostos ora, como ninguém se lembrou de ter muitos filhos, falta pouco, para termos mais reformados do que pessoas no ativo. (Falam muito dos que foram trabalhar para fora do país mas esquecem a taxa de natalidade e, é tanto o dinheiro pago pelo Estado que também acaba por não entrar na economia e aumentar os postos de trabalho) Alguns parecem querer Tudo… “sol na eira e chuva no nabal”. Outros, querem Tudo e muito.
Por este andar, com tanto empréstimo, para pagar agora e no futuro, os que, presentemente, estão a ajudar a pagar as despesas, incluindo as reformas, esses, de certeza, vão acabar por não ter reforma nenhuma.
Expliquem bem a verdade porque, eu, até já me mentalizei que não irei ter nenhuma pensão de reforma… mas, os que querem este PS, saberão que aumentando a despesa, estão a gastar agora e a arriscar o futuro?
Se a economia não se comportar como eles “esperam”, as futuras reformas podem ficar inviabilizadas e, em vez de reforma, vão ter de continuar a trabalhar até morrer, não só para sobreviver mas, também, para pagar o que estiver em dívida, algo que Costa e Cª, quer continuar a agravar.
O pior, é que até os subsídios da UE vão acabar no prazo de 4 anos e, ainda não me esqueci que, antes das eleições, Costa falava em gastar esse dinheiro de 4 anos, num só ano, para “fomentar a economia”, eu diria que é para aumentar o consumo e isso, não garante nada, até podemos acabar por fomentar a economia de outro país, quando consumimos bens importados.
Não gosto de jogo e muito menos, de jogar a dinheiro, Costa em vez de querer ser 1º Ministro, devia escolher ser gerente de um casino, pelo menos, aí, só arrisca e perde dinheiro… quem quer.
As palavras que cito são do novo líder da oposição com formação tecnoformica.
O Governo que terminou em Outubro tinha em 2011 mais 50% dos votantes do seu lado e mesmo assim não fez nenhuma reforma que origina-se diminuição de despesa de forma estrutural, além de ter mentido antes das eleições (para as vencer). Estes anos da troika poderiam ter originado verdadeiras reformas no Estado e no pôr travão nas oligarquias instaladas em vez disso vendeu-se tudo o que dava lucro, aumentou-se ainda mais as rendas dos privados em novos sectores (educação / saúde ) e claro os impostos de forma desmesurada sem resultados aceitáveis, etc , já para não falar nas recorrentes escandaleiras em que vários membros do governo se viram envolvidos.
Sempre disse aqui no DdO que não houve austeridade em Portugal e que o governo limitou-se a ser forte com os fracos e fraco com os fortes, não estando á altura de valores inerentes a quem é de direita, por isso não estou preocupado com o governo de esquerda, caso haja um novo resgate, o mesmo também seria inevitável caso o Paf tivesse continuado no governo.
Sei que são do novo líder, ainda há pouco falei dele e, estou a ver que, se repito muitas vezes a palavra Costa, o tipo de energia que isso, faz brotar da minha mente, ainda é capaz de se transformar numa doença física… tipo alérgico ou algo semelhante LOL
Numa versão mais antiga:
– Um telegrama de Lenine valia tanto quanto um anti-comunista assassinado.
Essas boquinhas de superioridade moral, parece que esqueceram o mural de fuzilamento.
Nasci e fui educado no tempo em que a palavra, mesmo sem testemunhas, valia mais do que hoje vale um papel assinado.
Sem ponta de exagero.
Com muitas pontas de exagere, desculpe lá a sinceridade.
É verdade …
Por essa razão o Costa rasgou dezenas de acordos… assinados e verbais!
Já não se fazem Costas como antigamente..
As faltas de palavra dos Comunistas começaram logo no Golpe na Rússia em 1917.
– Chamar aquilo Revolução é aceitar a narrativa Comunista – Revolução se existiu foi a de Fevereiro.
E nunca mais pararam.
Isto é: nada.