O povo exige saber


Rui Rocha,

Decorre das mais elementares regras democráticas a obrigação de os titulares do poder executivo prestarem conta das suas acções. Espero bem que o governo empossado na sexta-feira  não se faça de esquecido numa situação política tão delicada. É imperioso que apresente nas próximas horas um balanço de meio do mandato.

0 comentários em “O povo exige saber”

  1. Como é imperiosíssimo que o PS, antes de tomar (roubar) posse, apesente o acordo celebrado com a sua barriga de aluguer BE…. E que barriguinhas!!!

      1. Camarada Anonimo do Rato (a) …

        Sei que existe constituição ( até sou bem constituído) Mas, também sei que a camarada do Rato (a) sabe que, acima da Constituição há uma “pormaior” que se chama honra… coisa que o Costa e barrigas de aluguer não têm demonstrado…

        O único acordo firmado é derrubar o governo….Depois seja o que a troika quiser…
        ……
        Vale mais ser 1º Ministro seis meses do que ….. (qualquer palavra serve).

        1. “existe constituição ( até sou bem constituído)”. Ora vê que não sabe o que é a Constituição. Confundiu!

          1. Tendes toda a razão…. Anonimo do Rato (a)

            Me penitencio: – Confundi Constituição com “Usurpação “….

            Que tenha “boa hora”… no parto…. força Catarina… força!…

  2. Encantador é PSD e CDS ainda estarem sem programa de governo. Pois, foram apanhados de surpresa!… Agora, está-se mesmo a ver, vão apresentá-lo no último dia do prazo.

      1. Dada a vitória eleitoral, e a surpresa de ser chamado a formar governo com o CDS, acha que chega?
        Ou devemos dar a Passos Coelho quanto tempo mais? – Mais um mês?

        Entretanto, a malta de Bruxelas queixa-se que faltou lá o orçamento provisório… mas isto de respeitar tratados orçamentais é só para mariquinhas, já dizia o tio Jerónimo!

  3. Mais uma regra que o PS e os comunas vão quebrar: prestar contas, transparência e coisas escritas no papel é só para os outros. Com a cumplicidade dos seus eleitores — traidores que agora se calam (mas felizmente vão sofrer muito mais do que “sofreram” com o governo anterior) — e da comunicação social que anda a amparar as golpadas desta gente há muito tempo.

  4. Tem a certeza que o povo quer mesmo saber?
    Primeiro, um povo teria de ter uma consciência coletiva, coisa que não é bem assim… O que cada elemento desse “conjunto de pessoas” quer saber é, apenas, a nível individual, o que vai ganhar ou perder, a curto prazo, nem sequer se interessa pelo médio e, muito menos, nas consequências a longo prazo.
    Um povo para sobreviver, precisa esquecer os seus pequenos egoísmos individuais, ora, nada mais absurdo ou utópico, nos tempos que correm.
    Precisamente, por isso, os povos a nível global, andam a ser, completamente, manipulados e enganados sobre o seu futuro a médio e a longo prazo. Nunca foi tão fácil “dividir para reinar”. A ingenuidade com que “comem” esta utopia de que, separados nas suas exigências individuais, vão conseguir mais do que exigir algo coletivamente, vamos acabar todos por perder tudo… mas mesmo Tudo, até aquelas, pequeninas, liberdades que julgamos adquiridas para todo o sempre.
    Estamos numa fase que eu comparo à de um médico que tenta tratar todos os sintomas mas, não liga à doença que está, atrás de todos eles.
    Deixei, ainda à pouco, um comentário no poste “O comentário da semana” de 01.11.15 do Pedro Correia que é apenas um assunto, entre muitos, com que todos os Povos deveriam andar preocupados. Assuntos esses que nenhum Partido terá poder de mudar as consequências.
    No, entretanto, nunca fez tanto sentido o ditado… com papas e bolos se enganam os tolos… e, o mais preocupante, é ser a nível Global.
    Estou convencida que, até ao fim, nada mudará porque souberam criar uma dependência que “amoleceu” os povos e, a grande maioria, só vai “acordar” quando… “bater com o focinho na parede”. (aqui me perdoem mas, sou humana e já esgotei toda a minha paciência com tanta ignorância, ganância, interesses mesquinhos, idiotices e afins). Sinto-me a navegar num barco chamado Planeta Terra, ver uma minoria a avisar que o barco está a ir ao fundo e, os outros, entretidos no convés a discutir sobre a melhor distribuição dos coktails…
    Sei que, facilmente, posso ser considerada estúpida, devia querer e apoiar esta “coisa” do PS porque, pela conversa e, no meu caso, até devo ficar a ganhar mais “um pacotinho de amendoins e uns tremoços” mas, pelo preço que os vou pagar no futuro… prefiro recusar e comer, apenas, uma fatiazinha de bacon

    1. Tem toda a razão nos alertas que tem feito, é pena é sermos poucos os conscientes, pela minha parte já muitas vezes desejei ser ignorante, acredite que se sofre bastante pela impotência que se tem (sente).

      Em relação ao governo, é mais do mesmo e pior, gente medíocre, aliás um líder medíocre só pode pretender destacar-se entre ainda mais medíocres. Embora seja frontalmente contra o esquema de António Costa (ninguém esperava isso) também não desejo este governo para Portugal pelo que fez e sobretudo pelo que NÃO FEZ e não fará (faria).

      Era meu desejo que o PS se partisse todo pasokizasse ) e após alguns meses de governação a actual entourage que governa o PSD fosse posta na rua e viessem para o seu lugar verdadeiros sociais democratas (a social democracia não tem nada a haver com socialismo). Com esta situação espero sinceramente que alguém Justo e Verdadeiro tome o comando no PSD e que por arrasto aconteça o mesmo no CDS (volte a sua matriz social cristã e soberanista ).

      A generalidade das pessoas precisam de ser informadas e muitos lobbys (com e sem avental) têm de ser ANIQUILADOS para que Portugal possa ser mais saudável que Sol e Mar ajuda mas não chega.

      1. O primeiro passo é informar as pessoas mas, isso não vai mudar a ideia errada que têm dos políticos… uma espécie de pais que podem escolher, entre os que podem aumentar ou reduzir a mesada. Há muito tempo que os políticos passaram a não ser a “máquina” mas, apenas, uma peça dessa máquina.
        Não entendem que está a ser construído um Império Totalitário através da dívida. Uma dívida a nível mundial e, claro, parece que a solução seria não pagar mas, essa fase, já passou. Neste momento, se não for paga, “os papás cortam a mesada” e nem sequer aprenderam nada com a Grécia, quais seriam os reformados, funcionários públicos que quererão ver mais cortes? ou mesmo o cidadão comum, quererá ver as prateleiras dos supermercados vazias? Neste momento, o mais importante seria não aumentar essa dívida, ora, precisamente, aquilo que essa “Máquina” não quer e, pelos vistos, nisso, as populações concordam com eles, nada de cortes ou mais políticas de austeridade e, claro, estão a caminho do objetivo final.
        Suponho que a maioria, nem percebeu como chegou à austeridade, o dinheiro foi emprestado, até eles quererem… até ao dia que chegou a cobrança e, como se continuou a querer Mais, havia novas condições. A grande maioria também não sabe as, verdadeiras, consequências de uma bancarrota, continuam todos a querer mais dinheiro e, implicitamente, a criar mais e, novas medidas de austeridade, para serem pagas no futuro, só que aqui, entrará outro tipo de juros… basta rebentar esta “nova Bolha Económica”(não se pode viver eternamente em dívida e a pedir emprestado) basta-lhes… arrasar o sistema… e, desta vez, vão conseguir mais do que dinheiro mas, também, as liberdades que julgamos estarem garantidas… estou mesmo a falar de, em vez de cartão de cidadão, levarmos com um chip (e aqui começam as dúvidas de alguns que, nem sequer, andam a par da tecnologia). Estamos todos a pormo-nos a jeito para a chamada Agenda 21, outra que parece imaculada mas, tem contornos de vir a ser o total controle das populações.
        Se quer que lhe diga, quando ouço que mais 590 milhões estão disponíveis, e somos só 10 milhões de alminhas, vejo a dívida, de cada um de nós, a aumentar a cada segundo e, como chegámos aqui, com muito roubo e muita trafulhice, neste momento, não concordo com esta coligação do PS porque ele quer, os outros sentados e ele, ficar a governar sozinho, com o seu grupinho selecionado. Se prefiro a coligação do CDS/PSD e, nem me importaria de haver ministros do PS, não tem a ver só com as políticas, porque essas não são feitas dentro dos próprios países. Se gosto de coligações, onde todos tenham Ministros, será mais por conhecer a natureza humana… supervisionam-se uns aos outros, só assim, roubam menos 😉
        Aquilo que não acontecerá mas que seria, quem sabe, um retrocesso nos interesses desse 1% de poderosos a nível global seria, cada país, não aceitar o défice de 3% mas sim de 0%, aí sim, poderíamos impor as nossas regras e, recuperar a nossa soberania, uma autossuficiência económica que nos daria o poder de então dizer: “Não queremos mais empréstimos e quanto à dívida que está atrasada… pagaremos quando pudermos… 😉 Claro que isto é apenas um sonho porque estamos de tal maneira agarrados à teia que, os que se “atestaram de euros”, ou Bancos (como se viu na ameaça à independência da Catalunha) iam todos embora, haveria outros que, sem poder adquirir o seu carrinho estrangeiro ou os seus petiscos importados, também não concordariam pois já perderam, há muito tempo, conceitos como Nação ou patriotismo… coisa que também estava no programa dessa “Máquina” e que até, já atingiu o objetivo desejado.
        Entre a Bolha económica ou um conflito que rebente entre populações e migrantes (ambas as partes ingenuamente manipuladas) qualquer coisa servirá para instalar o caos e, aí, acrescentando um dos ingredientes mais usados que é o pânico, medo e insegurança… as próprias populações vão pedir o chip, o controle… a sua própria clausura…
        Por acaso já reparou naqueles Bairros superprotegidos em que alguns, por motivo de segurança, se metem numa espécie de prisão dourada e dispendiosa? Como a população não pode viver toda dessa maneira… já estou a imaginar a fila para colocar o chip… e, aqui voltei atrás, já se me acabou, o espaço do desabafo

  5. Também acho imperioso que se este governo for abaixo o próximo faça uma auditoria às contas públicas.

  6. Só por curiosidade:

    Alguém se recorda de comentadores, analistas, bloguistas, jornalistas, terem perguntado ao PSD e ao CDS qual era o conteúdo do acordo que estes dois partidos fizeram para governar coligados depois das eleições legislativas de 2011?

    Alguém se recorda, se é que alguma vez o leu, do conteúdo desse acordo? Alguém se lembra que não continha UMA ÚNICA MEDIDA CONCRETA? Repito, nem UMA ÚNICA MEDIDA CONCRETA, mas apenas declarações vagas de intenções…

    Ninguém, nem o Presidente da República, exigiram que lhes fosse mostrado o acordo então assinado entre os dois partidos.

    O que todos divertidamente discutiram em público foi quem era quem no Governo. Com que pastas ficava o CDS e quem as ia ocupar. Essa era a única preocupação. Uma preocupação lúdico-política.

    1. Não era mas agora é. O progresso é escrito pelos homens. Não seja velho do Restelo. As coisas têm de evoluir. Não podemos ficar presos ao passado. (Cito livremente da cartilha de chavões socialistas.)

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