Não só não se podem comparar resultados da 1a e 2a fase dos exames, como olhar apenas para os resultados globais é enganador. Deviam ser comparados apenas os resultados dos exames dos alunos internos e de cada fase com anos anteriores. E aí não há hecatombe. Matemática A teve 10,5 de média contra 10,6 no ano passado. Não vejo anormalidade. Fisica e Biologia são inferiores, mas há outras que são superiores ao ano passado como Geografia A, Desenho A e Historia A. Parece-me normal
Pois, e as de Matemática B tb uma desgraça. Hélas. Cá tenho eu em casa um candidato a arquitectura que se ficou pelos 14. Terá merecido, pois claro. E adeus entrada. Este pais é demais, em vez de fazerem a selecção lá dentro das facs., implacáveis, como deveria ser, vedam os acessos com base em médias improváveis, como se as duas aferições de mérito e adequação fossem equivalentes. Está mais que provado que não são, mas que fazer, não é? Males que de longe vêm. Tudo muito baralhado e pouco eficiente.
As provas são iguais para todos. E se “tenho eu em casa um candidato a arquitectura que se ficou pelos 14” então ficou acima da média e se calhar até entra onde quer. Não entra? Só se houver mais alunos a tirar mais de 14. Com a mesmíssima prova. Estão todos em igualdade de circunstâncias. E claro que não podem entrar todos na universidade nos mesmos cursos. Não cabem 50 alunos em salas com 20 estiradores!
Não. Foi de todos menos do governo. Desta vez acho que o periquito aqui de casa também é culpado.
Não só não se podem comparar resultados da 1a e 2a fase dos exames, como olhar apenas para os resultados globais é enganador. Deviam ser comparados apenas os resultados dos exames dos alunos internos e de cada fase com anos anteriores. E aí não há hecatombe. Matemática A teve 10,5 de média contra 10,6 no ano passado. Não vejo anormalidade. Fisica e Biologia são inferiores, mas há outras que são superiores ao ano passado como Geografia A, Desenho A e Historia A. Parece-me normal
Pois, e as de Matemática B tb uma desgraça. Hélas.
Cá tenho eu em casa um candidato a arquitectura que se ficou pelos 14. Terá merecido, pois claro. E adeus entrada. Este pais é demais, em vez de fazerem a selecção lá dentro das facs., implacáveis, como deveria ser, vedam os acessos com base em médias improváveis, como se as duas aferições de mérito e adequação fossem equivalentes.
Está mais que provado que não são, mas que fazer, não é? Males que de longe vêm.
Tudo muito baralhado e pouco eficiente.
pé
As provas são iguais para todos. E se “tenho eu em casa um candidato a arquitectura que se ficou pelos 14” então ficou acima da média e se calhar até entra onde quer. Não entra? Só se houver mais alunos a tirar mais de 14. Com a mesmíssima prova. Estão todos em igualdade de circunstâncias.
E claro que não podem entrar todos na universidade nos mesmos cursos. Não cabem 50 alunos em salas com 20 estiradores!