0 comentários em “Brigada da moral e bons costumes”
Não existe ninguém mais defensor da moral e bons costumes que a Esquerda de que o João André faz parte. Até não estão contentes com 50% da riqueza dos portugueses muitos dos quais não concordam para o impor. É Escola Publica, é RTP, é Lusa, é subsídios para as artes, tudo segue uma única moral.
Suponho que seja S&M de Serenidade e Moderação. Serenidade e moderação assim concretizada bem mais por demérito da(s) restante(s) forças políticas concorrentes do que por mérito da PaF, cumpre admitir.
Pois que por parte dos actuais detentores do poder serenidade nem sempre foi seriedade (excessivas vezes não o foi) e moderação deveria ter sido bem mais. Desde logo se vista como devida repartição dos desumanos e brutais custos – inevitáveis e que o continuarão a ser – da nossa saída do buraco em que nos meteu a gente do homem que foi chamado de “grande”, hoje, na tão cuidada produção messiânica da sua ida à urna. E quem assim o chamou, esses sim, serão verdadeiramente masoquistas; ou tomados pelo síndrome de Estocolmo, pelo menos. E, está visto, ainda são muitos. E verdadeiramente gostam.
Mas perante o que tristemente se tinha como escolha, terá imperado em número significativo de pessoas, uma vez mais, a opção pelo mal menor e pelo (apesar de tudo) maior grau de decência. Mesmo que, em qualquer caso, um grau sempre residual. Ou pouco mais. Não tanta gente como seria bom, mas o povo ouve o que gosta de ouvir, mais do que a realidade.
Mas alegrem-se os derrotados da noite: bem pode esta vitória ser de Pirro e ficar este desgraçado país muito convenientemente ingovernável. A esquerda gosta do caos e é bem possível que o venha a ter.
Não existe ninguém mais defensor da moral e bons costumes que a Esquerda de que o João André faz parte.
Até não estão contentes com 50% da riqueza dos portugueses muitos dos quais não concordam para o impor.
É Escola Publica, é RTP, é Lusa, é subsídios para as artes, tudo segue uma única moral.
Suponho que seja S&M de Serenidade e Moderação. Serenidade e moderação assim concretizada bem mais por demérito da(s) restante(s) forças políticas concorrentes do que por mérito da PaF, cumpre admitir.
Pois que por parte dos actuais detentores do poder serenidade nem sempre foi seriedade (excessivas vezes não o foi) e moderação deveria ter sido bem mais. Desde logo se vista como devida repartição dos desumanos e brutais custos – inevitáveis e que o continuarão a ser – da nossa saída do buraco em que nos meteu a gente do homem que foi chamado de “grande”, hoje, na tão cuidada produção messiânica da sua ida à urna. E quem assim o chamou, esses sim, serão verdadeiramente masoquistas; ou tomados pelo síndrome de Estocolmo, pelo menos. E, está visto, ainda são muitos. E verdadeiramente gostam.
Mas perante o que tristemente se tinha como escolha, terá imperado em número significativo de pessoas, uma vez mais, a opção pelo mal menor e pelo (apesar de tudo) maior grau de decência. Mesmo que, em qualquer caso, um grau sempre residual. Ou pouco mais. Não tanta gente como seria bom, mas o povo ouve o que gosta de ouvir, mais do que a realidade.
Mas alegrem-se os derrotados da noite: bem pode esta vitória ser de Pirro e ficar este desgraçado país muito convenientemente ingovernável. A esquerda gosta do caos e é bem possível que o venha a ter.
Costa