Inconfundíveis desenhos de um dos dos maiores autores satíricos portugueses do século XX: José Vilhena (1927-2015)
Je suis Vilhena
Pedro Correia,
Inconfundíveis desenhos de um dos dos maiores autores satíricos portugueses do século XX: José Vilhena (1927-2015)
No dia da reflexão, faleceu josé vilhena.
Reflitamos nisso.
Era o o nosso prémio camões do humor brejeiro e quase antifassista
Pintor, cartunista, dramaturgo, escritor e o mais que pode…
Um factotum: mil artes pratica quem pouco dinheiro tem.
ps: a face republicana do merdas-múmia era assim
Um exemplo de irreverência, um artista mordaz, um homem de coragem. Merece o nosso respeito e a nossa homenagem.
São sempre muito engraçados e mordazes os desenhos do Vilhena. São e serão, porque o homem partiu , mas a sua obra ficou. Coloriu muito escaparate de quiosque, muita montra de tabacaria, sempre irreverente, arrancando sorrisos mesmo aos seus detractores que lhe apontavam o vernáculo das publicações como algo reles e baixo.
) e da boa disposição e inspiração que proporcionavam antes das aulas de introdução à política, ministradas pelo professor mais pífio que conheci.
Lembro-me destas capas da Gaiola Aberta na tabacaria junto ao Liceu (
Um Bordalo de uma época diferente, com idêntica mensagem.
Pessoas inspiradas que por sua vez inspiram sentimentos violentos e contraditórios, marcam o tempo na sua passagem e enquanto a sua lembrança viver nas nossas memórias continuarão connosco.
De uma mordacidade ímpar. Irrepetível neste tempo de brandos costumes onde a caricatura e sátira de costumes é quase uma prática em vias de extinção. Cresceu na ditadura, definhou na democracia.
ahahahah … muito bom!!!
Era excelente. E de um desassombro notável antes e depois do 25 de Abril neste país do respeitinho.
foi de muito longe o maior
faz muita falta
que descanse em PAZ
Merece uma vénia respeitosa daqueles que há muito o admiravam, entre os quais me incluo.
Grande Vilhena, o Hugh Hefner português.
Mas sem coelhinhas.
E, em contrapartida, nestes últimos Passos, com um Coelhinho.
Mesmo sem estarmos na Páscoa.
Um bocado boçal. Deve ter estudado em Coimbra.
Boçal era o Bocage. E do Gil Vicente nem se fala.