0 comentários em “Frases de 2015 (30)”

  1. Simples e cristalina verdade. Trate-se de Eusébio ou de qualquer outro futebolista. Perdeu-se por cá, completamente, o mais elementar bom senso. Serve-se generosamente o circo ao povo, compensando – visando compensar – a perene falta de pão.

    Até ver, a coisa resulta. O povo gosta.

    Costa

  2. Porque não? Todos lá vão cabendo,graças,há sempre um cantinho.Tempos houve
    em que Amália e Eusébio representavam o nosso torrãozinho pelo mundo fora,
    os únicos excluindo os diplomatas obrigatórios.Não nos queixemos a não ser de nós
    mesmos.

    1. Porque não, de facto. Mas vê-se com dificuldade (minha, pelo menos, e por isso talvez me deva penitenciar), onde cabe um jogador de futebol – um praticante de desporto, enfim – na formulação legal, ainda que decerto muito convenientemente lata, difusa e ambígua que possa ser, que se ocupa do assunto. E não é por indignidade pejorativa do futebol, entenda-se, é por mero sentido das proporções e do que, crê-se, pesará um dia, e quanto, na História (essa, com “H” maiúsculo).

      Há depois o repugnante, cada vez mais insuportável, aproveitamento da coisa (o futebol) e dos seus sujeitos. Como alguém afirmou recentemente e não lhe faltará autoridade para isso: por estes dias, por estas décadas, o futebol é muito mais descaradamente apadrinhado pelo poder, com bem interesseiros fins, do que alguma vez o foi nesse tempo que se costuma dizer ter sido os dos três “f”.

      Este nosso torrãozinho, como escreve , foi de facto representado lá fora por Eusébio e Amália. E esse mérito foi deles e é inquestionável. O fado ainda é um legado português, único e específico. E a Amália se deverá parte importante da dignidade que entre autores e intérpretes conseguiu alcançar. Mas o futebol, respeitabilíssimo que seja…

      Costa

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