O instinto de sobrevivência sobrepõe-se ao direito à blasfémia (só contra os muçulmanos). Seis meses depois, já ninguém é Charlie. Nem sequer o Charlie Hebdo.
Leitura complementar: Não somos todos Charlie (texto de 9 de Janeiro)
O instinto de sobrevivência sobrepõe-se ao direito à blasfémia (só contra os muçulmanos). Seis meses depois, já ninguém é Charlie. Nem sequer o Charlie Hebdo.
Leitura complementar: Não somos todos Charlie (texto de 9 de Janeiro)
A pequena lamparina onde arde a chama da revolta que nos faz insurgir e bradar contra atrocidades e injustiças, é fraca, ténue e com combustível de má qualidade. A vontade que nos faz decidir abraçar causas e movimentos , é imensa mas sofre de défice de atenção. E depois há tantas coisas que dispersam as nossas inabaláveis crenças e convicções… A ignomínia do Varoufakis, o Vara e tantos outros indiciados por fraudes e outros eteceteras que vão saindo a custo debaixo das pedras, a silly season, o silly seasoning a que nos votam os média, o preço do bronzeador… Sei lá…
Charlie? Ah sim aquilo lá em Paris… Parece que apanharam os tipos, ou então foram para a Tunísia, já não sei bem.
Seis meses depois, Dulce, ninguém é Charlie. A começar pelos que em Janeiro andaram por essas ruas e praças a bater no peito gritando “je suis Charlie”. Aliás a liberdade de expressão está em contínua regressão nos dias que correm. Basta analisar o comportamento dos trogloditas das redes sociais em policiamento contínuo das opiniões alheias, prontos a vergastar e apedrejar quem pensa de maneira diferente.
Seja-me permitido:
A partir de agora ( até às eleições) todos vamos ser Oliveira Martins….
O Tribunal de Contas está a enviar quase diariamente, extratactos de “balancetes” guardados nos armários… Hoje saiu outro!
Coincidências?
“só contra os muçulmanos”
A Esquerda Marxista considera os Muçulmanos aliados contra a Civilização Ocidental.
Se o ataque terrorista tivesse sido feito por Cristãos teríamos todos os jornais a colocar caricaturas do Papa, as Universidades teriam “actividades” para desenhar o Papa.
Filmes e documentários seriam feitos com as supostas ligações à direita.
Nem é preciso as hordas do pseudo-Estado Islâmico entrarem pela Europa à bomba e à espadeirada. As chamadas “elites” culturais e mediáticas europeias já se comportam como se a besta já cá andasse.
Quando agarram o poder a Esquerda Marxista demonstra o que é: Totalitária
Resultado de dominar a Universidade Americana:
Censura de Livros que “ofendem”: it-shot-to-death-by-trigger-warnings/
http://www.politico.eu/article/western-l
Humor proibido: 4/seinfeld-comedians-tell-me-dont-go-nea r-colleges-theyre-so-pc/
http://www.breitbart.com/video/2015/06/0
Racismo e Apartheid: an-organizations-seek-federal-probe-of-h arvard-admission-policies-1431719348
http://www.wsj.com/articles/asian-americ
Sexo regulado: sity-updates-policy-stating-that-student s-with-disabilities-cannot-consent-to-se x/article/2568572
http://www.washingtonexaminer.com/univer
http://thefederalist.com/2015/03/30/how-a ffirmative-consent-laws-criminalize-ever yone/
Tudo que dizem que estão contra quando fora do poder.
sempre o medo a falar mais alto…
Nenhuma cidade funciona tão bem como barómetro do medo contemporâneo como Paris – a capital da hipocrisia ‘charlieniana’. Basta lermos o excelente romance ‘Insubmissão’, de Michel Houellebecq, para percebermos isso.