Grécia antiga (40)


Pedro Correia,

«A desigualdade não surge por acaso; torna-se uma determinação política. Como não reagir a este gritante retrocesso civilizacional? Diversas instituições internacionais humanitárias têm alertado, mas por ora, na Europa, o Syriza é a única voz política legitimada pelo voto democrático que trava esta batalha na União Europeia. Atrás dele virão mais, este é um movimento amplo, com diferentes nomes, em vários países, uns mais consistentes que outros, mas estou certa que imparável e que necessariamente terá o mérito de recuperar valores da esfera socialista adormecidos.»

Gabriela Canavilhas, no Diário Económico (18 de Fevereiro de 2015)

0 comentários em “Grécia antiga (40)”

  1. Caro Pedro,
    não é por nada mas ao ler o seu texto veio-me à memória as aulas de latim que tive no secundário. Não tendo eu grande eloquência para línguas, nesses dois anos acumulei com francês e alemão – diga-se que desta última não recordo nada nem mesmo nenhum palavrão! (Nota), para além do obrigatório português. Das aulas de latim recordo a forma brilhante de como a professora nos cativava enlaçando a chata gramática com as declinações, as traduções e retroversões, etc., etc, com a história e episódios históricos romanos, mais do nosso agrado.
    Veio-me pois, com este seu texto, à memória um: o de Catão – o Velho (vou tentar falar, escrever de memória, sem recorrer ao google).

    Reza a história que este senador romano, antes das Guerras Púnicas, era um assaz defensor da guerra com Cartago e por via disso fosse qual fosse o assunto em discussão no Senado, terminava sempre as suas intervenções com uma frase que o celebrizou: Delenda Cartago est! – É preciso destruir Cartago!

    Parece pois então que a Cartago do Pedro está, lendo este e outros seus textos, claramente definida!

    Vamos ver para quando é «o rapto das sabinas»!

  2. Sim, a seguir virá o PS. Não, espera aí, que o Costa já disse que o PS não é o Syriza. Que raio de confusão, carago!

      1. Pois claro, o PS muda as regras e está o problema resolvido.Nunca podemos esquecer que o PS, na UE e na zona Euro, muda as regras que entender e mais alguma coisa. E os outros que amochem, caso contrário, LEVAM!

        1. Não, é melhor ter as regras do governo. Antes diz que vai ser tudo de bom, depois de ganhar rebenta com o país. Vende tudo, rapa os reformados, manda emigrar e depois diz que não, rapa a função pública, mata a saúde, educação, justiça, desobedece à constituição e ao TC. Olhe que não! Olhe que não! Quem tem amochado são os portugueses e de que maneira e caso não concordem levam na mesma pois estes só obedecem à Alemanha e companhia.

          1. Estás a falar grandes sucessos do “governo” do Syriza, Só que nem deste por isso.

          2. Não sei bem do que falo e escrevo. Falo de mentirosos e incapazes e tenho-os cá, não preciso de ir à Grécia.

  3. Na Zona Euro, manda Passos. Se Costa ganhar as eleições para a AR, passa Costa a mandar.

    Se pobreza de espírito não fosse trágica, era apenas anedótica.

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