O estudo é claro e não indica a interpretação que muitos estão a dar ao acontecimento.
Mas concordo, Seguro está a rir. Eu disse-lhe muitas vezes que Seguro surpreenderia pela positiva. Mas Costa vai ganhar, e este estudo não indica qualquer vitória do PSD/CDS.
Ó pequerruchinho, os netinhos já te levaram a passear? Já tomaste a vacina?
Tan lindinho que és. Não te vás. Sem a tua presença a minha vida não tem sentido.
Seguro continuará a ser incensado por todos os que nunca votaram, nem nunca votarão PS.
Ele era mesmo bom, só foi corrido com os votos (sim, os votos!!!!) dos participantes no processo que ele próprio inventou.
E sim ele pode rir-se, pode chorar e até pode coçar as costas onde apenas encontra gelatina. O que não pode é ser primeiro ministro.
Para todos os que detestam o PS, talvez tenham sorte e ele um dia volte. Acredito que tenham saudades dos anos em que ele liderou o PS…pudera!
Quer isto dizer que Costa é muito bom? Que vai ganhar eleições? Que é capaz de alinhar 3 pensamentos concretos que mobilizem as pessoas? Longe disso… é fraco. Sempre foi e só quem não acompanhava as suas “contribuições” publicas é que não sabia. Ainda assim, é um lider do PS que não me envergonha, que não se “abstem violentamente” e que não tem aquele ar de fuinha com hemorroidas e pensamentos a combinar. Só por isso valeu a pena eu ter levantado o rabo e ido lá votar no Costa como simpatizante. Vivo tranquilo com a possibilidade de derrota do Costa, doia-me a alma cada vez que via o Seguro.
Dito isto, podem todos os opositores do PS continuar a elogiar o Seguro e a desejar o seu regresso… Talvez tenham sorte outra vez, mas já não vai ser para estas eleições. Sorry.
Está a atribuir o valor às ditas sondagens que elas não têm.
Vamos lá ver: “Uma sondagem da Universidade Católica, para o Diário de Notícias e Jornal de Notícias, dá 38 pontos percentuais para a coligação do atual Governo e 37 ao Partido Socialista. Na verdade, trata-se de um empate técnico, mas com vantagem, pela primeira vez, para os partidos de Passos Coelho e Paulo Portas”.
O empate técnico que falam e a dita vantagem refere-se ao horizonte da pesquisa. Mas não nos diz tudo.
Repare agora: “No entanto, como explicou, ao DN, João António, responsável pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (Cesop) da U. Católica, que realizou o estudo, esta sondagem não prevê uma vitória da coligação, ou do PS, nas eleições. Como a margem entre os dois partidos (1%) é menor que a margem de erro da sondagem (3%), não é possível prever uma vitória mesmo se as eleições fossem hoje.
Ainda segundo João António, os resultados finais serão ditados pelos 26% de eleitores que nesta fase ainda se mostram “indecisos” sobre em quem votar nas legislativas”.
“Mesmo com a subida nas sondagens, a imagem do Governo de Passos Coelho e Paulo Portas continua a ser negativa: 28% dos inquiridos classificou o mandato como “muito mau”, 35% como “mau”, enquanto 29% o classificou como “bom” e apenas 2% como “muito bom”.
Nota: Durante a campanha Passos/Sócrates também davam a vitória ao PS, e isto não aconteceu. Também diziam que o CDS se volatilizaria, e isto também não aconteceu.
Por último: “Foram obtidos 1048 inquéritos válidos, sendo 55% dos inquiridos do sexo feminino, 31% da região Norte, 24% do Centro, 32% de Lisboa, 6% do Alentejo e 7% do Algarve”.
“A taxa de resposta foi de 77%*. A margem de erro máximo associado a uma amostra aleatória de 1048 inquiridos é de 3%, com um nível de confiança de 95%.” Significa isto que, retirando a taxa de resposta, estamos com uma margem de erro muito superior a 3%.
Se fizerem a mesma sondagem e alterarem as percentagens do inquiridos em cada zona o resultado será outro.
Você é um poço de surpresas, lucklucky. Agora também acompanha a F1…
(Mas calma; no caso da McLaren, a Honda – cujos engenheiros não terão preconceitos ideológicos em aplicar outras soluções técnicas nem estarão cercados por Ferros e Galambas – talvez ainda acerte; Costa, é muito pouco provável…)
Já agora, aproveitando a analogia da F1, acho que muita gente (especialmente à esquerda mas não só) arrisca-se a ter mais semelhanças com a Renault: pressionada pela Red Bull, que não admite a possibilidade de um processo de melhoria poder levar tempo, acabou por cair numa situação pior do que aquela onde estava no ano passado.
«O dr. Costa deu anteontem uma entrevista a este jornal em que, entre chover sobre o molhado e soltar livremente a sua fantasia, resolveu tratar de um problema real: a reforma do Estado. Pondo de lado a crítica sem sentido à coligação, Costa identificou três pontos, dignos do seu particular zelo: o mar, a modernização administrativa e (calculem!) o desenvolvimento e ordenamento regional. Mas, para chegar aos seus fins nestes três pontos cruciais, Costa não inventou melhor do que fabricar três novos ministérios, que permitam “existir um ministro (claro) com a função transversal”, que “articule” e defina as “políticas sectoriais”. Não quero dar um desgosto a este novo salvador da Pátria, só gostava de o informar que desde 1980 que se fala nessa tremenda habilidade; que Sá Carneiro teve um ministério da Reforma Administrativa; e Cavaco um ministério do Mar.»
E também é apanhado pelo caso do inefável Sócrates, magistralmente administrado pela Justiça (basta recordar a coincidência de duas decisões judiciais cruciais e mediáticas em plena Convenção e na Apresentação do Programa). E os próximos episódios irão cair em momentos-chave da campanha eleitoral. Mas essa parte não convém recordar: – a quem compara duas situações incomparáveis; – a quem gere politicamente a Justiça fazendo que tal aconteça; – a quem beneficia da estratégia. Que legitimidade tem quem tanto criticou, e com razão, Noronha do Nascimento, Pinto Monteiro e Cândida Almeida e agora se refugia no silêncio?
Isto não é uma resposta poucochinha? Apenas para marcar o ponto? Cinja-se aos factos, indesmentíveis, e pronuncie-se, por exemplo, sobre a isenção de uma coisa a que alguns teimam em chamar Justiça, que de cega nada tem.
«Em 2014 António Costa dizia que “não basta ganhar [porque] quem ganha por poucochinho é capaz de poucochinho”. Agora, confrontado com a última sondagem que coloca a coligação PSD/CDS à frente dos socialistas, o secretário-geral socialista considera que “o essencial é estar à frente no dia das eleições”.»
Disse que acaba ( se for 1ª.) com as ditas Consultadorias de Advogados ( não sei o termo correcto), quando o orçamento (dele) da Câmara M.Lisboa , inscreveu uma verba avultadíssima para esse fim!
Faz lembrar a campanha eleitoral d’um candidato brasileiro a prefeito:
— “Eu vos darei melhores escolas”… — Eu vos darei um hospitau! … Eu vos darei uma ponte…
Um grito da multidão: — Mas siô candidato, nós não temos rio, não…
O Costa, com apoiantes tipo Vento ou Miguel e outros que andam por aqui (e por outros lados), vai reduzir este PS para próximo da estaca zero. Depois é esperar pelo surgimento de um verdadeiro partido social-democrata que junte os cacos e que, limpando-os do lixo, reconstrua uma instituição credível, como Portugal precisa e merece. Até lá, o Menezes tem toda a razão, vamos ver esta gente a sofrer e o Seguro a rir.
O estudo é claro e não indica a interpretação que muitos estão a dar ao acontecimento.
Mas concordo, Seguro está a rir. Eu disse-lhe muitas vezes que Seguro surpreenderia pela positiva. Mas Costa vai ganhar, e este estudo não indica qualquer vitória do PSD/CDS.
Avençados como tu é que ficam sempre a perder com as ridículas figuras que invariavelmente fazem.
Eu logo vi, pequerrucho, que te estás a ver ao espelho. Os poios ainda vão dando para alguma coisa. E até te dão para a literatura. Beijinhos, calhau.
Pequerruchos é do que gostam no teu partido. Nem nisso enganas.
Tu é que entendes disso, pequerrucho. Nestas matérias pareces um especialista. Cada um fala do que conhece.
Embrulha.
https://www.youtube.com/watch?v=y9yIDxJ2 fE4
Adoraste.
Ó pequerruchinho, os netinhos já te levaram a passear? Já tomaste a vacina?
Tan lindinho que és. Não te vás. Sem a tua presença a minha vida não tem sentido.
Seguro continuará a ser incensado por todos os que nunca votaram, nem nunca votarão PS.
Ele era mesmo bom, só foi corrido com os votos (sim, os votos!!!!) dos participantes no processo que ele próprio inventou.
E sim ele pode rir-se, pode chorar e até pode coçar as costas onde apenas encontra gelatina. O que não pode é ser primeiro ministro.
Para todos os que detestam o PS, talvez tenham sorte e ele um dia volte. Acredito que tenham saudades dos anos em que ele liderou o PS…pudera!
Quer isto dizer que Costa é muito bom? Que vai ganhar eleições? Que é capaz de alinhar 3 pensamentos concretos que mobilizem as pessoas?
Longe disso… é fraco.
Sempre foi e só quem não acompanhava as suas “contribuições” publicas é que não sabia.
Ainda assim, é um lider do PS que não me envergonha, que não se “abstem violentamente” e que não tem aquele ar de fuinha com hemorroidas e pensamentos a combinar.
Só por isso valeu a pena eu ter levantado o rabo e ido lá votar no Costa como simpatizante.
Vivo tranquilo com a possibilidade de derrota do Costa, doia-me a alma cada vez que via o Seguro.
Dito isto, podem todos os opositores do PS continuar a elogiar o Seguro e a desejar o seu regresso… Talvez tenham sorte outra vez, mas já não vai ser para estas eleições. Sorry.
miguel
Entretanto, o Costa desbaratou a vantagem que Seguro tinha nas sondagens. Alegra-te, que vai tudo bem-
Está a atribuir o valor às ditas sondagens que elas não têm.
Vamos lá ver:
“Uma sondagem da Universidade Católica, para o Diário de Notícias e Jornal de Notícias, dá 38 pontos percentuais para a coligação do atual Governo e 37 ao Partido Socialista. Na verdade, trata-se de um empate técnico, mas com vantagem, pela primeira vez, para os partidos de Passos Coelho e Paulo Portas”.
O empate técnico que falam e a dita vantagem refere-se ao horizonte da pesquisa. Mas não nos diz tudo.
Repare agora:
“No entanto, como explicou, ao DN, João António, responsável pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (Cesop) da U. Católica, que realizou o estudo, esta sondagem não prevê uma vitória da coligação, ou do PS, nas eleições. Como a margem entre os dois partidos (1%) é menor que a margem de erro da sondagem (3%), não é possível prever uma vitória mesmo se as eleições fossem hoje.
Ainda segundo João António, os resultados finais serão ditados pelos 26% de eleitores que nesta fase ainda se mostram “indecisos” sobre em quem votar nas legislativas”.
“Mesmo com a subida nas sondagens, a imagem do Governo de Passos Coelho e Paulo Portas continua a ser negativa: 28% dos inquiridos classificou o mandato como “muito mau”, 35% como “mau”, enquanto 29% o classificou como “bom” e apenas 2% como “muito bom”.
Aqui: ltrapassa-ps-nas-sondagens/
http://maiortv.com.pt/coligacao-psdcds-u
Nota: Durante a campanha Passos/Sócrates também davam a vitória ao PS, e isto não aconteceu.
Também diziam que o CDS se volatilizaria, e isto também não aconteceu.
Por último:
“Foram obtidos 1048 inquéritos válidos, sendo 55% dos inquiridos do sexo feminino, 31% da região Norte, 24% do Centro, 32% de Lisboa, 6% do Alentejo e 7% do Algarve”.
“A taxa de resposta foi de 77%*. A margem de erro máximo associado a uma amostra aleatória de 1048 inquiridos é de 3%, com um nível de confiança de 95%.”
Significa isto que, retirando a taxa de resposta, estamos com uma margem de erro muito superior a 3%.
Se fizerem a mesma sondagem e alterarem as percentagens do inquiridos em cada zona o resultado será outro.
Este vento é mesmo lacaio do 44, e sem vergonha.
A habilidade pertence-te no reconhecimento de lacaios.
E bem apanhado, quer-me parecer, pelo que vi até agora.
Aplicar este texto sobre o despedido ex.chefe da Mclaren:
http://sniffpetrol.com/2015/06/08/concer n-grows-for-whitmarsh/
Você é um poço de surpresas, lucklucky. Agora também acompanha a F1…
(Mas calma; no caso da McLaren, a Honda – cujos engenheiros não terão preconceitos ideológicos em aplicar outras soluções técnicas nem estarão cercados por Ferros e Galambas – talvez ainda acerte; Costa, é muito pouco provável…)
🙂
De acordo, mas parecem um bocado perdidos, como o Costa…
Já agora, aproveitando a analogia da F1, acho que muita gente (especialmente à esquerda mas não só) arrisca-se a ter mais semelhanças com a Renault: pressionada pela Red Bull, que não admite a possibilidade de um processo de melhoria poder levar tempo, acabou por cair numa situação pior do que aquela onde estava no ano passado.
Com Seguro à frente, o PS jamais iria cair na esparrela de apoiar aquele inenarrável candidato à PR sugerido pela brigada do reumático.
«O dr. Costa deu anteontem uma entrevista a este jornal em que, entre chover sobre o molhado e soltar livremente a sua fantasia, resolveu tratar de um problema real: a reforma do Estado. Pondo de lado a crítica sem sentido à coligação, Costa identificou três pontos, dignos do seu particular zelo: o mar, a modernização administrativa e (calculem!) o desenvolvimento e ordenamento regional. Mas, para chegar aos seus fins nestes três pontos cruciais, Costa não inventou melhor do que fabricar três novos ministérios, que permitam “existir um ministro (claro) com a função transversal”, que “articule” e defina as “políticas sectoriais”. Não quero dar um desgosto a este novo salvador da Pátria, só gostava de o informar que desde 1980 que se fala nessa tremenda habilidade; que Sá Carneiro teve um ministério da Reforma Administrativa; e Cavaco um ministério do Mar.»
VPV, Jornal Público
E também é apanhado pelo caso do inefável Sócrates, magistralmente administrado pela Justiça (basta recordar a coincidência de duas decisões judiciais cruciais e mediáticas em plena Convenção e na Apresentação do Programa).
E os próximos episódios irão cair em momentos-chave da campanha eleitoral.
Mas essa parte não convém recordar:
– a quem compara duas situações incomparáveis;
– a quem gere politicamente a Justiça fazendo que tal aconteça;
– a quem beneficia da estratégia.
Que legitimidade tem quem tanto criticou, e com razão, Noronha do Nascimento, Pinto Monteiro e Cândida Almeida e agora se refugia no silêncio?
E basta reparar que Sócrates fornicou a convenção ao tê-la apagado dos telejornais com mais uma cartinha das de um animal feroz.
Isto não é uma resposta poucochinha?
Apenas para marcar o ponto?
Cinja-se aos factos, indesmentíveis, e pronuncie-se, por exemplo, sobre a isenção de uma coisa a que alguns teimam em chamar Justiça, que de cega nada tem.
«Em 2014 António Costa dizia que “não basta ganhar [porque] quem ganha por poucochinho é capaz de poucochinho”. Agora, confrontado com a última sondagem que coloca a coligação PSD/CDS à frente dos socialistas, o secretário-geral socialista considera que “o essencial é estar à frente no dia das eleições”.»
(dos media de hoje, 19/06/2014)
Costa é um refinado demagogo e mentiroso…
Disse que acaba ( se for 1ª.) com as ditas Consultadorias de Advogados ( não sei o termo correcto), quando o orçamento (dele) da Câmara M.Lisboa , inscreveu uma verba avultadíssima para esse fim!
Faz lembrar a campanha eleitoral d’um candidato brasileiro a prefeito:
— “Eu vos darei melhores escolas”…
— Eu vos darei um hospitau!
… Eu vos darei uma ponte…
Um grito da multidão: — Mas siô candidato, nós não temos rio, não…
… Eu vos darei um rio!
Muito bom … e que bem espelha o Costa.
A História dir-nos-á se não foi um grande erro enxotar A.J.Seguro.
Por acaso, tem alguma graça … e não, não detesto o PS.
O Costa, com apoiantes tipo Vento ou Miguel e outros que andam por aqui (e por outros lados), vai reduzir este PS para próximo da estaca zero. Depois é esperar pelo surgimento de um verdadeiro partido social-democrata que junte os cacos e que, limpando-os do lixo, reconstrua uma instituição credível, como Portugal precisa e merece.
Até lá, o Menezes tem toda a razão, vamos ver esta gente a sofrer e o Seguro a rir.