Os crentes acreditam que aos que foram doados com a TAP também lhe foi doada a dívida. É por isso que se inventou a palavra crente. A seu tempo se verá por que forma será o tão odiado Estado (os nossos impostos) que pagará a pastilha. O Pais do Amaral disse que o negócio resultante da doação da TAP só seria rentável se o Estado assumisse pelo menos 450 milhões da dívida: ele lá saberá porquê. Ainda há tão pouco tempo que a ANA foi doada e a cláusula do contrato, no que diz respeito ao prazo de construção de um novo aeroporto por saturação deste, já foi violada. Mas os crestes continuam a existir e a manifestar as suas crenças publicamente.
E tu, se não fosses isso que pensas de mim elevado à milionésima potência, sabias que ninguém que quer vender (não vendar) um produto vai dizer na praça pública que se quer desfazer dele nem que seja por um euro. E sobre o resto… nem do chão saíste. És um verdadeiro tótó com asas de cera. Vai rezar mais uns padres-nossos na igreja do teu senhor dos Passos.
Ao contrário dos que têm palas nos olhos, sei da vida e não sou burro. Julgas que todos são como tu e têm senhores. Ficas sabendo que o meu senhor sou eu.
O grande João Pinto (do FCP) tinha uma máxima a atirar para o filosófico em que dizia: prognósticos só depois do jogo. O jogo da doação da TAP ainda nem começou e os totós já se entretêm a olhar para o céu para ver os milhões de euros a esvoaçar com as correntes de ar de dezenas de novos aviões que já cruzam os céus a caminho da Portela. Cada totó acredita nos histórias para criancinhas que quiser. E electricidade também ia ficar mais barata com os chineses, não ia? E a gasolina com a liberalização. E as taxas da ANA, que já aumentaram 7,8%, embora só se fale da taxa de 1€ do Costa. E a ANA, quase não aqueceu o lugar e já disse que não vai cumprir o contrato. E os CTT tiveram o maior aumento percentual das taxas dos últimos 10 anos. e… etc., etc,. etc. As histórias para criancinhas continuam… agora a voar. Força totós, façam força que as coisas acontecem… mas sem arrotar.
Tem toda a razão! Só se esqueceu de mencionar que ficou acordado injectarem na TAP trezentos e tal milhões. Se cada avião dos médios custa duzentos e tal milhões, para que são os trezentos milhões? Para nos fazerem de parvos alegres? Deve ser…
Com o exemplo das viaturas poderei ter induzido em erro e levado a que alguns nem se dêem ao trabalho de abrir o link.
Portanto venho dizer que o artigo do “The Economist” é titulado e sub-titulado
“Aircraft leasing
Buy or rent?
The steady rise of airlines with no passengers”
E que a última frase é esta:
“So perhaps the growth and profitability of the aircraft-leasing business is a reflection of how short-term the airline business has become”.
O mundo já não é o que era, é uma chatice para muita gente que já se não quer adaptar a nada!
Se só funciona com pensamento concreto, substitua «comprar» por «trazer novos aviões». Há pessoas que têm um esquema de compreensão demasiado sofisticado. Paciência. Depois os outros é que não se adaptam ao mundo novo.
Não percebi de todo o propósito do seu “comprar” ou “trazer” dado que quem escreveu “Se cada avião dos médios custa duzentos e tal milhões, para que são os trezentos milhões?” não fui eu.
Mas como lhe devo a inusitada “paciência” que se dignou ter para comigo, alinho uns considerandos.
Não posso substituír nada (e não o lamento) porque, para mim, “comprar aviões” ou “trazer aviões” não tem nada a ver uma coisa com a outra para uma companhia aérea, tal como comprar um carro ou fazer um leasing não tem nada a ver no caso de uma empresa (e mesmo no caso de particulares com actividade própria).
Pode-se utilizar seja o que fôr sem o utilizador final gastar no investimento que a compra implica desde que a sua utilização diária gere os lucros necessários para pagar os custos todos nos quais se inclui óbviamente o leasing. Depois disto acontecer há várias outras vantagens mas ponha “leasing” na pesquisa do Google ou ponha “XXX videos”, para mim é igual.
Se tivesse lido o artigo não tinha sido mau mas se não esteve para ler o artigo está no seu direito (desculpe mas não o encontrei traduzido).
Diz Você: “Há pessoas que têm um esquema de compreensão demasiado sofisticado”
E quando essas pessoas têm um filho de 44 anos que trabalha numa empresa da aviação civil (não, não é o porteiro nem é na TAP ou associadas) então ainda mais sofisticadas ficam, em especial quando lhes saem pela frente pessoas que não fazem a mínima ideia de como é que estas coisas funcionam e nem pelos vistos querem fazer.
Se V. se quisesse adaptar ao mundo novo eu teria gosto em conversar consigo porque “adaptar-se ao mundo novo”, na minha inútil e obsoleta “compreensão sofisticada”, é saber mínimamente do que se fala e não mandar bocas para o pagode e ser assim o orgulho de familiares e amigos. Se não é esta a sua ideia de “mundo novo” também está no seu direito.
Mas admito que mandar bocas e passar à frente é o que está a dar, estudar nem que seja 5 minutos um assunto dá uma “trabalhêra” do caraças!
Durma bem
Pois…
A malta não pára para pensar que qualquer coisa vale o que alguém está disposto a dar por ela, tão simples como isto.
Se no mundo inteiro ninguém aparecer a dar mais é porque não vale mais.
Para quem segue o modelo do seu grande líder, que é o caso de Passos/Portas, não há dúvida nenhuma que em matéria de boa gestão e capitalização estes ainda são uns aprendizes. Procuram imitar mas ficam sempre atrás, ou melhor, pior.
Eu sei que topas bem os da minha espécie, e tens pena de não pertencer à mesma. Deixa lá, na próxima encarnação virás com cérebro.
Deves ficar agradecido ao guarda-freio. Pois, sem qualquer aparentemente, verifico que o freio que ele guarda é aquele que tirou de tua boca. Certamente com os arreios também.
Vento: Não se enganou na alimária? Os burros não usam freio, não serve para nada, são demasiado teimosos. Só os cavalos, mas esses são demasiado inteligentes para não terem percebido o negócio da TAP. Há criaturas que se dizem humanas, supostamente com cérebro cheio daquelas revoluções nervosas todas, mas depois não lhes serve para nada. Ah pois, também há defeitos da natureza.
Ou pela trupe cavaquista: Agrupamento Se sabemos de obras nos hospitais também sabemos de aviões/Zezé Beleza & Costa Freire; Agrupamento Os ares de Cabo Verde é que são bons/Dias Loureiro & Oliveira e Costa; Agrupamento Vai um tirinho na velha/Duarte Lima & Filho; Agrupamento Com os restos do BPN tudo se compra/Oliveira e Costa & Arlindo de Carvalho; Agrupamento Tudo em família/Isaltino Morais & Sobrinho; Agrupamento Eu até tenho uma mala de notas/António Preto & Cunhado. Ganhasse quem ganhasse ficava tudo em família… e que família. Podendo ainda considerar-se o Agrupamento Portas e correntes de ar, embora esteja mais especializado em submarinos.
Foi à fava…
Não, a TAP foi dada. Como forma de agradecimento deram 10 milhões aos dadores.
E uma dívida de quantos milhões?
Os crentes acreditam que aos que foram doados com a TAP também lhe foi doada a dívida.
É por isso que se inventou a palavra crente.
A seu tempo se verá por que forma será o tão odiado Estado (os nossos impostos) que pagará a pastilha.
O Pais do Amaral disse que o negócio resultante da doação da TAP só seria rentável se o Estado assumisse pelo menos 450 milhões da dívida: ele lá saberá porquê.
Ainda há tão pouco tempo que a ANA foi doada e a cláusula do contrato, no que diz respeito ao prazo de construção de um novo aeroporto por saturação deste, já foi violada.
Mas os crestes continuam a existir e a manifestar as suas crenças publicamente.
Se não fosses o que me inibo de te chamar tinhas lido aprendido com o comentário de “rmg”.
E tu, se não fosses isso que pensas de mim elevado à milionésima potência, sabias que ninguém que quer vender (não vendar) um produto vai dizer na praça pública que se quer desfazer dele nem que seja por um euro.
E sobre o resto… nem do chão saíste.
És um verdadeiro tótó com asas de cera.
Vai rezar mais uns padres-nossos na igreja do teu senhor dos Passos.
Ao contrário dos que têm palas nos olhos, sei da vida e não sou burro. Julgas que todos são como tu e têm senhores. Ficas sabendo que o meu senhor sou eu.
O grande João Pinto (do FCP) tinha uma máxima a atirar para o filosófico em que dizia: prognósticos só depois do jogo.
O jogo da doação da TAP ainda nem começou e os totós já se entretêm a olhar para o céu para ver os milhões de euros a esvoaçar com as correntes de ar de dezenas de novos aviões que já cruzam os céus a caminho da Portela.
Cada totó acredita nos histórias para criancinhas que quiser.
E electricidade também ia ficar mais barata com os chineses, não ia?
E a gasolina com a liberalização.
E as taxas da ANA, que já aumentaram 7,8%, embora só se fale da taxa de 1€ do Costa.
E a ANA, quase não aqueceu o lugar e já disse que não vai cumprir o contrato.
E os CTT tiveram o maior aumento percentual das taxas dos últimos 10 anos.
e… etc., etc,. etc.
As histórias para criancinhas continuam… agora a voar.
Força totós, façam força que as coisas acontecem… mas sem arrotar.
Tem toda a razão! Só se esqueceu de mencionar que ficou acordado injectarem na TAP trezentos e tal milhões. Se cada avião dos médios custa duzentos e tal milhões, para que são os trezentos milhões? Para nos fazerem de parvos alegres? Deve ser…
Comprar aviões?
Não sei se alguém ainda os compra neste momento…
Se fazem bem ou mal é outra questão, mas no caso mais simples das empresas e da frota de viaturas, sejam ligeiros ou pesados, é o que está a dar.
Para ler até ao fim:
http://www.economist.com/node/21543195
Com o exemplo das viaturas poderei ter induzido em erro e levado a que alguns nem se dêem ao trabalho de abrir o link.
Portanto venho dizer que o artigo do “The Economist” é titulado e sub-titulado
“Aircraft leasing
Buy or rent?
The steady rise of airlines with no passengers”
E que a última frase é esta:
“So perhaps the growth and profitability of the aircraft-leasing business is a reflection of how short-term the airline business has become”.
O mundo já não é o que era, é uma chatice para muita gente que já se não quer adaptar a nada!
Se só funciona com pensamento concreto, substitua «comprar» por «trazer novos aviões».
Há pessoas que têm um esquema de compreensão demasiado sofisticado.
Paciência.
Depois os outros é que não se adaptam ao mundo novo.
Não percebi de todo o propósito do seu “comprar” ou “trazer” dado que quem escreveu “Se cada avião dos médios custa duzentos e tal milhões, para que são os trezentos milhões?” não fui eu.
Mas como lhe devo a inusitada “paciência” que se dignou ter para comigo, alinho uns considerandos.
Não posso substituír nada (e não o lamento) porque, para mim, “comprar aviões” ou “trazer aviões” não tem nada a ver uma coisa com a outra para uma companhia aérea, tal como comprar um carro ou fazer um leasing não tem nada a ver no caso de uma empresa (e mesmo no caso de particulares com actividade própria).
Pode-se utilizar seja o que fôr sem o utilizador final gastar no investimento que a compra implica desde que a sua utilização diária gere os lucros necessários para pagar os custos todos nos quais se inclui óbviamente o leasing.
Depois disto acontecer há várias outras vantagens mas ponha “leasing” na pesquisa do Google ou ponha “XXX videos”, para mim é igual.
Se tivesse lido o artigo não tinha sido mau mas se não esteve para ler o artigo está no seu direito (desculpe mas não o encontrei traduzido).
Diz Você: “Há pessoas que têm um esquema de compreensão demasiado sofisticado”
E quando essas pessoas têm um filho de 44 anos que trabalha numa empresa da aviação civil (não, não é o porteiro nem é na TAP ou associadas) então ainda mais sofisticadas ficam, em especial quando lhes saem pela frente pessoas que não fazem a mínima ideia de como é que estas coisas funcionam e nem pelos vistos querem fazer.
Se V. se quisesse adaptar ao mundo novo eu teria gosto em conversar consigo porque “adaptar-se ao mundo novo”, na minha inútil e obsoleta “compreensão sofisticada”, é saber mínimamente do que se fala e não mandar bocas para o pagode e ser assim o orgulho de familiares e amigos.
Se não é esta a sua ideia de “mundo novo” também está no seu direito.
Mas admito que mandar bocas e passar à frente é o que está a dar, estudar nem que seja 5 minutos um assunto dá uma “trabalhêra” do caraças!
Durma bem
Pois…
A malta não pára para pensar que qualquer coisa vale o que alguém está disposto a dar por ela, tão simples como isto.
Se no mundo inteiro ninguém aparecer a dar mais é porque não vale mais.
Para quem segue o modelo do seu grande líder, que é o caso de Passos/Portas, não há dúvida nenhuma que em matéria de boa gestão e capitalização estes ainda são uns aprendizes. Procuram imitar mas ficam sempre atrás, ou melhor, pior.
Para os da tua espécie, modelo bom era o do ex-UPD e guarda-freio da Carris Jorge Coelho.
Eu sei que topas bem os da minha espécie, e tens pena de não pertencer à mesma. Deixa lá, na próxima encarnação virás com cérebro.
Deves ficar agradecido ao guarda-freio. Pois, sem qualquer aparentemente, verifico que o freio que ele guarda é aquele que tirou de tua boca. Certamente com os arreios também.
Topo bem os avençados do Costa, amantes do partido único, da união nacional e da PIDE.
Tão lindo que vens. Mostra lá um deles.
Vento:
Não se enganou na alimária?
Os burros não usam freio, não serve para nada, são demasiado teimosos.
Só os cavalos, mas esses são demasiado inteligentes para não terem percebido o negócio da TAP.
Há criaturas que se dizem humanas, supostamente com cérebro cheio daquelas revoluções nervosas todas, mas depois não lhes serve para nada.
Ah pois, também há defeitos da natureza.
Não, amigão. Não me enganei.
Veja aqui:
http://www.priberam.pt/dlpo/cavalgadura
“Não haverá necessidade de mais greves de comboios ou de quaisquer outros transportes, incluindo a TAP que, com o PS, não será privatizada”
Se a TAP fosse um bom negócio, tinha sido comprada pelo sr engº Carlos Santos Silva.
Ou pela trupe cavaquista:
Agrupamento Se sabemos de obras nos hospitais também sabemos de aviões/Zezé Beleza & Costa Freire;
Agrupamento Os ares de Cabo Verde é que são bons/Dias Loureiro & Oliveira e Costa;
Agrupamento Vai um tirinho na velha/Duarte Lima & Filho;
Agrupamento Com os restos do BPN tudo se compra/Oliveira e Costa & Arlindo de Carvalho;
Agrupamento Tudo em família/Isaltino Morais & Sobrinho;
Agrupamento Eu até tenho uma mala de notas/António Preto & Cunhado.
Ganhasse quem ganhasse ficava tudo em família… e que família.
Podendo ainda considerar-se o Agrupamento Portas e correntes de ar, embora esteja mais especializado em submarinos.