Pedro, desculpe eu não falar aqui de poesia, mas acabei de ler um dos mais comoventes textos da minha já longa vida de leitora: é do Paulo Varela Gomes e vem na Granta 5, acabadinha de sair. É um autêntico murro no estômago e também um hino à vida. O final fez-me lembrar o epílogo do filme ‘O Sabor da Cereja’ do Kiarostami, que me marcou profundanente, só que neste texto a salvação vem do cheiro da hortelã e de um pinhal ao sol. Sublime e inesquecível! Antonieta
Pedro, desculpe eu não falar aqui de poesia, mas acabei de ler um dos mais comoventes textos da minha já longa vida de leitora: é do Paulo Varela Gomes e vem na Granta 5, acabadinha de sair.
É um autêntico murro no estômago e também um hino à vida. O final fez-me lembrar o epílogo do filme ‘O Sabor da Cereja’ do Kiarostami, que me marcou profundanente, só que neste texto a salvação vem do cheiro da hortelã e de um pinhal ao sol.
Sublime e inesquecível!
Antonieta
Muito obrigado pela sugestão, Antonieta. Não deixarei de ler. Gosto muito da ‘Granta’. E sou um leitor antigo, atento e grato do Paulo Varela Gomes.