Sugestão: um livro por dia


Pedro Correia,

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O Islão e o Ocidente, de Jaime Nogueira Pinto

Ensaio histórico

(edição D. Quixote, 2015)

0 comentários em “Sugestão: um livro por dia”

  1. O tema do livro é interessante, mas suspeito muito que, por tal autor, seja muito maltratado. É um tema que exige respeito cultural e uma mente aberta, que não são certamente os fortes da direita estilo Nogueira Pinto.

    1. Preconceituoso e convencido, como quase sempre são os seus comentários.
      Não leu mas suspeita do tema ser maltratado e o autor em questão, para si, não tem respeito cultural nem mente aberta e pertence a uma direita suspeita e -ainda por cima – com estilo próprio (pelos vistos também as há com estilo alheio).

      Ora Jaime Nogueira Pinto é culto e coerente com as ideias que defende e isso é o suficiente para lhe dar o benefício da dúvida até ler e só criticar forte e feio dizendo porquê a seguir.
      O Luís Lavoura faz ao contrário, mas não me espanta.
      Talvez o Luís Lavoura me pudesse dizer quem escolheria para tratar estes temas…

      A pessoas como V. eu costumo pôr 2 perguntas:

      1ª) Onde estava V. no 24 de Abril de 1974 (24 e não 25);
      2ª) Onde estava V. no 25 de Abril antes de se saber quem estava por trás do golpe e como ele ía acabar.

      Eu sei onde estava nos 2 casos e não é segredo mas normalmente não recebo respostas que me convençam muito…

      PS- Já sei, era muito novo, mas não tem dúvidas que estaria do lado “certo”.

      Falta fazer a prova.
      Como já disse aqui, em tempos, passei parte dos anos de 1974 e 1975, na minha qualidade de oficial miliciano destacado “algures”, a ouvir rapaziada e raparigada que precisava urgentemente de um “atestado de anti-fascista de longa data” com urgência…

        1. Isso sei eu muito bem.

          Nem leu ou não lhe terá interessado ler o que eu escrevi, respondeu-me com o que eu tinha antecipado que iría escrever e deitou bolas fora em relação ao que interessava e que eram os meus 2 primeiros parágrafos.

          O resto da minha conversa era só para “contextualizar” a sua tomada de posição, as suas certezas “fáceis” aqui e agora, em 2015.

          De resto não sendo eu comunista mas tendo vivido 30 anos em locais maioritáriamente comunistas, nunca ouvi um comunista culto e inteligente fazer uma afirmação como a sua sobre um livro de História (nem sequer á sobre a nossa) de alguém de direita antes de o ler.

          Estamos entendidos, é o habitual, o diálogo e o bom senso não são consigo com demasiada frequência.

  2. Este autor não costuma escrever ou falar de coisas de que não esteja bem informado.

    Não é fala barato nem ambíguo.

    Deve ser um livro interessantíssimo para qualquer curioso ou estudioso.

    Vejá-se quando ganhou o pódio para o maior Português da História, que deixou meio mundo surpreendido.

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