O tema do livro é interessante, mas suspeito muito que, por tal autor, seja muito maltratado. É um tema que exige respeito cultural e uma mente aberta, que não são certamente os fortes da direita estilo Nogueira Pinto.
Preconceituoso e convencido, como quase sempre são os seus comentários. Não leu mas suspeita do tema ser maltratado e o autor em questão, para si, não tem respeito cultural nem mente aberta e pertence a uma direita suspeita e -ainda por cima – com estilo próprio (pelos vistos também as há com estilo alheio).
Ora Jaime Nogueira Pinto é culto e coerente com as ideias que defende e isso é o suficiente para lhe dar o benefício da dúvida até ler e só criticar forte e feio dizendo porquê a seguir. O Luís Lavoura faz ao contrário, mas não me espanta. Talvez o Luís Lavoura me pudesse dizer quem escolheria para tratar estes temas…
A pessoas como V. eu costumo pôr 2 perguntas:
1ª) Onde estava V. no 24 de Abril de 1974 (24 e não 25); 2ª) Onde estava V. no 25 de Abril antes de se saber quem estava por trás do golpe e como ele ía acabar.
Eu sei onde estava nos 2 casos e não é segredo mas normalmente não recebo respostas que me convençam muito…
PS- Já sei, era muito novo, mas não tem dúvidas que estaria do lado “certo”.
Falta fazer a prova. Como já disse aqui, em tempos, passei parte dos anos de 1974 e 1975, na minha qualidade de oficial miliciano destacado “algures”, a ouvir rapaziada e raparigada que precisava urgentemente de um “atestado de anti-fascista de longa data” com urgência…
Nem leu ou não lhe terá interessado ler o que eu escrevi, respondeu-me com o que eu tinha antecipado que iría escrever e deitou bolas fora em relação ao que interessava e que eram os meus 2 primeiros parágrafos.
O resto da minha conversa era só para “contextualizar” a sua tomada de posição, as suas certezas “fáceis” aqui e agora, em 2015.
De resto não sendo eu comunista mas tendo vivido 30 anos em locais maioritáriamente comunistas, nunca ouvi um comunista culto e inteligente fazer uma afirmação como a sua sobre um livro de História (nem sequer á sobre a nossa) de alguém de direita antes de o ler.
Estamos entendidos, é o habitual, o diálogo e o bom senso não são consigo com demasiada frequência.
O tema do livro é interessante, mas suspeito muito que, por tal autor, seja muito maltratado. É um tema que exige respeito cultural e uma mente aberta, que não são certamente os fortes da direita estilo Nogueira Pinto.
Preconceituoso e convencido, como quase sempre são os seus comentários.
Não leu mas suspeita do tema ser maltratado e o autor em questão, para si, não tem respeito cultural nem mente aberta e pertence a uma direita suspeita e -ainda por cima – com estilo próprio (pelos vistos também as há com estilo alheio).
Ora Jaime Nogueira Pinto é culto e coerente com as ideias que defende e isso é o suficiente para lhe dar o benefício da dúvida até ler e só criticar forte e feio dizendo porquê a seguir.
O Luís Lavoura faz ao contrário, mas não me espanta.
Talvez o Luís Lavoura me pudesse dizer quem escolheria para tratar estes temas…
A pessoas como V. eu costumo pôr 2 perguntas:
1ª) Onde estava V. no 24 de Abril de 1974 (24 e não 25);
2ª) Onde estava V. no 25 de Abril antes de se saber quem estava por trás do golpe e como ele ía acabar.
Eu sei onde estava nos 2 casos e não é segredo mas normalmente não recebo respostas que me convençam muito…
PS- Já sei, era muito novo, mas não tem dúvidas que estaria do lado “certo”.
Falta fazer a prova.
Como já disse aqui, em tempos, passei parte dos anos de 1974 e 1975, na minha qualidade de oficial miliciano destacado “algures”, a ouvir rapaziada e raparigada que precisava urgentemente de um “atestado de anti-fascista de longa data” com urgência…
Eu no 25 de abril ainda não tinha pelos púbicos. Não percebia nada de política. Não estava nem no lado certo nem no errado – estava na escola.
Isso sei eu muito bem.
Nem leu ou não lhe terá interessado ler o que eu escrevi, respondeu-me com o que eu tinha antecipado que iría escrever e deitou bolas fora em relação ao que interessava e que eram os meus 2 primeiros parágrafos.
O resto da minha conversa era só para “contextualizar” a sua tomada de posição, as suas certezas “fáceis” aqui e agora, em 2015.
De resto não sendo eu comunista mas tendo vivido 30 anos em locais maioritáriamente comunistas, nunca ouvi um comunista culto e inteligente fazer uma afirmação como a sua sobre um livro de História (nem sequer á sobre a nossa) de alguém de direita antes de o ler.
Estamos entendidos, é o habitual, o diálogo e o bom senso não são consigo com demasiada frequência.
Este autor não costuma escrever ou falar de coisas de que não esteja bem informado.
Não é fala barato nem ambíguo.
Deve ser um livro interessantíssimo para qualquer curioso ou estudioso.
Vejá-se quando ganhou o pódio para o maior Português da História, que deixou meio mundo surpreendido.
Comecei a lê-lo há três dias e já li mais de cem páginas. Estou a gostar muito.