Pausa no modo campanha


escafandro,
PSD e CDS podem estar em modo eleitoral mas o governo, ainda que forçado pelas regras europeias, parece não ter perdido completamente o sentido da realidade. A oposição aproveitará para cavalgar a onda de desagrado e no início do Outono ver-se-á se a maioria dos portugueses aprendeu a principal lição que pode ser retirada dos últimos anos: quão doloroso é o custo das ilusões. Provavelmente, não. Pelo menos até um governo do PS ser obrigado a estilhaçá-las de novo, implementando medidas similares – ou piores, quiçá após pedir ajuda a um qualquer sucedâneo do «Grupo de Bruxelas».

0 comentários em “Pausa no modo campanha”

  1. O PSD e o CDS em campanha prometeram tudo ao contrário do que têm feito. Sabiam como estava o país, pois ao assinarem o memorando da Troika, tomaram conhecimento da situação do país e mesmo assim, mentiram e fizeram dos portugueses parvos. Quanto ao CDS, é bom não nos esquecermos que está no governo porque os chamaram e não porque tenham tido votos para lá estarem, é que se estiverem à espera dos votos jamais serão governo. Este governo não tem a noção de nada a não ser de, eu quero, posso e mando, nem que para isso tenham de destruir o país. O que este governo fez e faz, qualquer um fazia porque cortar e tirar não tem nada de ciência.

    1. Em comparação com as ilusões e os gritos de defesa da esquerda e do Estado Social que Sócrates emitia à época (apesar de ter deixado o segundo sem meios de subsistência), até que as promessas de Passos foram comedidas. Mas é verdade – ele quebrou várias. Desta feita está a ser mais cauteloso mas veremos se os eleitores não preferem afinal o prolongamento das ilusões.

      1. Ele não tem nada de cauteloso. Limita-se a tirar, a vender e cortar. Como sobrevive um país que vende tudo e só sobrevive à custa dos cidadãos? Lamento, mas isto não é governo, são um grupo de pessoas, todas, com a mesma finalidade, iludirem os seus cidadãos, em troca dos lugares para os quais trabalham, EU, BCE, FMI e EUROGRUPO. São tão maus que os alemães já questionam o que se passa em Bruxelas pois não admitem a privatização das águas e como exemplo dão Portugal. Eles acham mal, Passos acha óptimo!…..

  2. Antes disso ainda vai sair a Grecia do euro. Que presumo eu vai arrefecer muitos saudoso do PREC (alguns nem eram nascidos); mas percebem que o caviar tem que ser pago pelos próprios;não consta do menu de entrada no euro.

  3. 600 milhões é muita massa para um país sem economia. Quem financiará isto? As famílias, e a economia paga.

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