«Às vezes, a cobardia é a única coisa que resta. Uma pessoa só aguenta até certo ponto; depois tem de fugir, a menos que descubra alguém que fuja por ela.»
Ray Bradbury, Teremos Sempre Paris, p. 119
Ed. Bizâncio, 2014. Tradução de Maria do Carmo Figueiredo

![1507-1[1].jpg 1507-1[1].jpg](http://3.fotos.web.sapo.io/i/B4d114865/18174656_t7WcS.jpeg)
Só lhe conhecia Fahrenheit 451, sobretudo pelo filme que dele se fez e que faz parte da minha vida e talvez um dos maiores responsáveis por eu gostar tanto de livros.
Estreei-me na escrita do Bradbury com estes contos e gostei bastante.
Quanto ao Fahrenheit 451, vi o filme do Truffaut mas nunca consegui ler o livro. Talvez o reeditem em breve…
🙂
Antonieta