Lê-se muitas vezes que esta canção é do 1º disco gravado em estúdio e a solo pelo Frank Sinatra em 1946, o “The voice of Frank Sinatra”, um LP de 10 polegadas como o eram todos na altura, não aguentando mais que 4 canções de cada lado. O LP de 12 polegadas, ainda hoje o formato habitual, só apareceria a partir de 1948 (1 polegada = 2.54cms).
A realidade é que esta canção não consta deste disco no original nem da reedição deste mesmo álbum em 1955 e já com 12 canções. Consta sim de “Frankly sentimental” de 1949 (o 4º álbum de estúdio dele), também com 8 canções como era ainda hábito na época.
No entanto a canção consta da reedição de “The voice” em 2003 como uma das 10 faixas de bónus, talvez venha daí a aparente confusão.
Esta é uma das canções que Sinatra menos vezes cantou em público. Por um motivo que Ava Gardner desvendou nas suas memórias: era a canção que ele lhe cantava em privado. Aliás, a única canção – e aquela que de longe Ava Gardner mais gostava. Tal como os humoristas, na intimidade, não apreciam contar anedotas também os cantores, em regra, evitam cantar entre as quatro paredes domésticas – incluindo no duche. Sinatra era assim. A ruptura do casamento deixou esta canção “em pousio” durante anos. Foi pena. É, de facto, um extraordinário tema musical. E valorizado pela excepcional interpretação de Sinatra. Que canta com a voz e com o coração.
é contada uma história curiosa que já fui confirmar.
Não existe na net local de onde possa fazer copy/paste do texto todo mas no link abaixo (e que corresponde ao seu) encontramos alguns comentários e o 3º deles é baseado no texto do livro.
É uma grande verdade que a maior parte dos que nos fazem rir não são habitualmente nada divertidos. Tenho aí num DVD dos irmãos Marx uma entrevista com Groucho e acho que durante aqueles 20 minutos nem ele próprio sorri uma única vez, aquilo é de uma seriedade do princípio ao fim que agrada ao meu espírito “trabalho é trabalho, cognac é cognac” mas que bem retrata o que diz.
Lê-se muitas vezes que esta canção é do 1º disco gravado em estúdio e a solo pelo Frank Sinatra em 1946, o “The voice of Frank Sinatra”, um LP de 10 polegadas como o eram todos na altura, não aguentando mais que 4 canções de cada lado.
O LP de 12 polegadas, ainda hoje o formato habitual, só apareceria a partir de 1948 (1 polegada = 2.54cms).
A realidade é que esta canção não consta deste disco no original nem da reedição deste mesmo álbum em 1955 e já com 12 canções.
Consta sim de “Frankly sentimental” de 1949 (o 4º álbum de estúdio dele), também com 8 canções como era ainda hábito na época.
No entanto a canção consta da reedição de “The voice” em 2003 como uma das 10 faixas de bónus, talvez venha daí a aparente confusão.
Esta é uma das canções que Sinatra menos vezes cantou em público. Por um motivo que Ava Gardner desvendou nas suas memórias: era a canção que ele lhe cantava em privado. Aliás, a única canção – e aquela que de longe Ava Gardner mais gostava.
Tal como os humoristas, na intimidade, não apreciam contar anedotas também os cantores, em regra, evitam cantar entre as quatro paredes domésticas – incluindo no duche. Sinatra era assim.
A ruptura do casamento deixou esta canção “em pousio” durante anos. Foi pena. É, de facto, um extraordinário tema musical. E valorizado pela excepcional interpretação de Sinatra. Que canta com a voz e com o coração.
No livro
http://jameskaplan.net/frank-the-voice/
é contada uma história curiosa que já fui confirmar.
Não existe na net local de onde possa fazer copy/paste do texto todo mas no link abaixo (e que corresponde ao seu) encontramos alguns comentários e o 3º deles é baseado no texto do livro.
https://www.youtube.com/watch?v=QZrgBpr_ Jzk
É uma grande verdade que a maior parte dos que nos fazem rir não são habitualmente nada divertidos.
Tenho aí num DVD dos irmãos Marx uma entrevista com Groucho e acho que durante aqueles 20 minutos nem ele próprio sorri uma única vez, aquilo é de uma seriedade do princípio ao fim que agrada ao meu espírito “trabalho é trabalho, cognac é cognac” mas que bem retrata o que diz.
É isso, meu caro. Tal como os grandes chefes de cozinha também raramente utilizam o fogão lá em casa.