Tirando as partes gagas, que obviamente têm de ser contextualizadas perante os interlocutores externos, o rapaz esteve muito bem. À rasca mas bem.
O tableau de bord pifou
Sérgio de Almeida Correia,
Tirando as partes gagas, que obviamente têm de ser contextualizadas perante os interlocutores externos, o rapaz esteve muito bem. À rasca mas bem.
Também assisti à audição a Zeinal Bava. E algo tenho a comentar:
Revoltou-me a forma como ele foi tratado pelos diferentes deputados que procediam à referida audição. Pergunto-me se qualquer deles, dos deputados, estivesse a interpelar um accionista de referência se teriam a mesma atitude e a mesma arrogância que tiveram para com Zeinal Bava.
É este tipo de arrogância, altivez e abuso que deve ser denunciado. Zeinal Bava era um funcionário, e quem lhe pagou os ordenados foram os accionistas que até tinham assento na PT, como ele o referiu. É com estes, senhores e senhoras deputado(a)s, que vocês têm de mostrar o peito, se tiverem coragem para isso. Tenham vergonha.
Quanto a Bava, ele esteve muito bem nas explicações. E como já não tem acesso aos documentos foi suficientemente cauteloso. Não desapareçam alguns e ele fique comprometido com declarações que não pode provar. Foi esta a ideia com que fiquei.
Quem diria? Até um fragmento de esquerda consegue apontar a inconsistência
gestora.