Esplanadas e restaurantes de praia (1)


Ana Vidal,

 

Restinga – Praia do Alvor

 

O velho Restinga que conheci era como está na fotografia da esquerda. Agora, presumo que para a versão Allgarve, foi todo remodelado e ainda não fui lá depois disso. Espero que não tenham remodelado também os mágicos da cozinha, porque esta esplanada despretensiosa era um dos melhores restaurantes de peixe de todo o barlavento algarvio.

18 comentários em “Esplanadas e restaurantes de praia (1)”

    1. Obrigada, Pedro. Espero que seja útil. Para continuá-la, preciso da colaboração de todos com sugestões. Mas vou tentar trazer para aqui o maior número possível de boas mesas de praia deste país, e há-as excelentes.

  1. Ai amiga, barlavento aqui vou eu e já me despedi da vizinhança.

    Mas olha se queres uma dica, um dos melhores restaurantes de peixe e marisco é lá na minha praia: Restaurante S. Roque-Meia Praia. Upa, upa!

    Tudo do melhor,; sargo pescado à linha nos picos de Sagres, ah pois, não é para todos, não.

    Beijinhos e até Agosto, mas lá mesmo para o finzinho

    1. Boas férias, Patti. E muito peixinho fresco no S. Roque, que conheço e é óptimo também. Há-de vir aqui parar… olha, manda-me uma fotografia por mail, ok? 🙂

      Beijos

  2. Sugestões? Bom, tudo é subjectivo…
    Tentativas de contributo:
    – O bar restaurante da praia dos Salgados (Albufeira) também é óptimo, mas cada vez mais concorrido, o que chateia. Para mim, filas são a antítese de férias 😉
    – Em Santa Eulália, excelente. Um refrigério, com um belo enquadramento e muita paz (não há atropelos).
    E então ao fim da tarde, que é quando prefiro qualquer bar de praia, um privilégio!
    – Em Monte Gordo, proverbial pela falta de bares decentes, há agora na praia do hotel VG um pequeno oásis, com muita pinta, pouca pretensão, e uma carta ligeira mas diferente e apetitosa (nada de comidas fortes). A dez passos (sic) do toldo, uma benção;)
    – Digam o que disserem, o bar do Meco é um estrondo, e a música de fundo (pormenor fundamental) adivinha os nossos pensamentos.
    Já da praia, não gosto (e só lá fiz visitas fortuitas)
    – Em Moledo, o Ìnsua (não é de praia, mas serve de). Com cheiro de pinheiros e areia, um mix tipicamente nortenho
    Depois há outros bares que não são exemplares – alguns mesmo nada exemplares;) – mas têm um certo sortilégio, depende da história do visitante, claro.
    – O Bar Azul, na Figueira da Foz (uma estação obrigatória no areal, que cruza os veraneantes da praia do Relógio, das mais diversas origens geográficas – até o Santana e a mana Jardim lá iam picar o ponto in illo tempore…;)
    – O bar da praia da Areia Branca – era uma animação;) e nem sei se ainda existe!
    – O bar da Comporta (ou do Carvalhal? eterna confusão): – com óptimas cadeiras, velas, mesas grandes cobertas de toalhas indianas, num estilo «freak» adorável (já ninguém sabe o que significa este termo, eu sei;) e a música, essencial. Agora dir-se-ia um ambiente zen, não é?!
    – esta agora não vale porque não cumpre os requisitos, mas os bares das praias da baía de Vigo, a poucos quilómetros da cidade, mmmmm, maravilha!
    E chega, vou puxar pela memória;)
    O que é perdoável para quem usa o termo “freak”, eheh;)

    1. Que luxo de contributo, Chloé! Já tenho meia série feita, só com estas sugestões. Obrigada.

      PS: Ah, eu ainda sei o que significa “freak”… e adoro esse barzinho da Comporta. 🙂

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