LOOOOOOOL (uma gargalhada bem sonora que não consegui evitar. será que também vou ficar anónima?)
Essa gargalhada já é de anónima, Ana.
É o espectro da gripe A aqui no blog: a gripe Anónima. Uma pandemia em cima da mesa, com risco sistémico de paradigma constipado.
Havia de ouvir uma senhora que eu estive a ouvi esta tarde. Não gritava, mas ia pôr-lhe os nervos em franja… Estava eu absorta e alheada porque, de facto, a conversa não me estava a interessar, quando fui ‘acordada’ pela expressão em ‘cima da mesa’… Bem, p’ra que é que eu fui despertar eheheh
Paradigmático.
Cuidado com essas coisas, que ainda corre algum risco sistémico.
“Dinâmicas de transformação reequacionadas”; “dinâmicas contextualizadas”; “apanágio da sua transversalidade”; “questões da sua visibilidade relevante”… E, quando eu julgava que o nirvana tinha sido atingido, tcharannnn: “trata-se de mudar por completo o paradigma”! Mexi-me na cadeira… e desisti de apontar as palavras. A superação tinha sido atingida. Qual quê? Não tardou nada e disse: “termos recuperados de um passado (e desenhou aspas com os indicadores enquanto dizia a palavra passado!) e, de imediato, acrescentou: passado presente, portanto. Ou seja, parecia um dos post que o João Carvalho publicou. Sem tirar nem pôr!
:))))))))
Veja só o que nos faz a TV…
Estive a reler.
Recuperar do passado é uma coisa; recuperar do passado entre aspas há-de ser outra.
Recuperar do “passado”… recuperar do “passado”… assim em sentido figurado… recuperar do passado em sentido figurado… não estou a ver…
Termos= palavras
“Termos (palavras) recuperados do “passado”. Passado presente, portanto.”
:)))
Só pode. Cheira-me a papel rasgado. Entre aspas…
Valhamedeus! Isso não é esperanto, é desesperanto!
Não. É esperanto entre aspas.
Ou seja, esperanto entre dedinhos no ar. Nunca vi tantos adeptos do Vira do Minho como agora… 🙂
Hehe…
ahahah Boa, Ana.
É um desesperanto sim. Tanto que não se vislumbra (hummmm palavra interessante esta) o assunto da conversa. Às vezes nem sei o que é mais ‘desesperanto’ se a conversa em si, se o modo como se levam a sério.
Disto já não há???? Eles estão VIVOS!!
Certo. Lapso corrigido. Não é preciso gritar.
Aquele anónimo ia-me ferindo os tímpanos.
Odeio que me gritem. Hehe…
O QUE DISSESTE?????
Não me grites, compadre. Ainda ficas anónimo.
LOOOOOOOL
(uma gargalhada bem sonora que não consegui evitar. será que também vou ficar anónima?)
Essa gargalhada já é de anónima, Ana.
É o espectro da gripe A aqui no blog: a gripe Anónima.
Uma pandemia em cima da mesa, com risco sistémico de paradigma constipado.
Havia de ouvir uma senhora que eu estive a ouvi esta tarde. Não gritava, mas ia pôr-lhe os nervos em franja…
Estava eu absorta e alheada porque, de facto, a conversa não me estava a interessar, quando fui ‘acordada’ pela expressão em ‘cima da mesa’… Bem, p’ra que é que eu fui despertar eheheh
Paradigmático.
Cuidado com essas coisas, que ainda corre algum risco sistémico.
“Dinâmicas de transformação reequacionadas”; “dinâmicas contextualizadas”; “apanágio da sua transversalidade”; “questões da sua visibilidade relevante”… E, quando eu julgava que o nirvana tinha sido atingido, tcharannnn: “trata-se de mudar por completo o paradigma”! Mexi-me na cadeira… e desisti de apontar as palavras. A superação tinha sido atingida. Qual quê? Não tardou nada e disse:
“termos recuperados de um passado (e desenhou aspas com os indicadores enquanto dizia a palavra passado!) e, de imediato, acrescentou: passado presente, portanto.
Ou seja, parecia um dos post que o João Carvalho publicou. Sem tirar nem pôr!
:))))))))
Veja só o que nos faz a TV…
Estive a reler.
Recuperar do passado é uma coisa; recuperar do passado entre aspas há-de ser outra.
Recuperar do “passado”… recuperar do “passado”… assim em sentido figurado… recuperar do passado em sentido figurado… não estou a ver…
Termos= palavras
“Termos (palavras) recuperados do “passado”. Passado presente, portanto.”
:)))
Só pode. Cheira-me a papel rasgado. Entre aspas…
Valhamedeus! Isso não é esperanto, é desesperanto!
Não. É esperanto entre aspas.
Ou seja, esperanto entre dedinhos no ar. Nunca vi tantos adeptos do Vira do Minho como agora… 🙂
Hehe…
ahahah Boa, Ana.
É um desesperanto sim. Tanto que não se vislumbra (hummmm palavra interessante esta) o assunto da conversa. Às vezes nem sei o que é mais ‘desesperanto’ se a conversa em si, se o modo como se levam a sério.
:))))