Parece-me uma obra muito recomendável. Mas devo confessar, como se percebe, que tive dificuldade em encontrar uma boa imagem da capa (o que não costuma acontecer, felizmente).
Será certamente muito recomendável, atendendo ao que dele já pude ler – pouco, é certo – e, por exemplo, à entrevista ontem publicada no Público. Livro a comprar na primeira oportunidade, ainda que fique a aguardar a sua vez de leitura.
O ortografia é que, convenhamos, não é “a antiga” (sempre me custou ver esta referência à “antiga ortografia” ou designações equivalentes que, dir-se-ia, admitem a vigência do indefensável AO90 – que legalmente não vigora! -, aceitam a caducidade daquilo que o antecede e quase pedem por desculpa pela opção; como se fosse um capricho do autor): a ortografia é – felizmente – a que deve ser.
Há quase dois anos que recomendo livros diariamente aqui. Já sublinhei várias vezes – mas nunca é de mais sublinhar – que todos eles, por mais diversos que sejam, têm uma característica comum: o respeito pela correcta ortografia em vigor desde 1945, com as adaptações introduzidas em 1973.
E felicito-o sinceramente por essa sua iniciativa que bem mais do que uma vez me fez decidir por uma compra ou uma releitura. Não é a ela, nem poderia ser, que me refiro em comentário crítico (ainda assim, a sê-lo, sempre uma crítica francamente admiradora), antes à forma que tal declaração – que inevitavelmente procuro em cada novo livro, ou edição, a que lance mão – por vezes toma: substantivamente tranquilizadora, mas parecendo quase um pedido de desculpa por uma ousadia culposa.
Ora nada há de culpa na adopção, como muito bem escreve, da “correcta ortografia em vigor desde 1945, com as adaptações introduzidas em 1973”.
Costa
Entendi, meu caro. Obrigado pelas palavras de apreço que aqui deixa. Eu retribuo com a promessa de que esta série diária continuará. Divulgando sempre livros que rejeitam o acordês. Felizmente não faltam: o difícil é escolher só um por dia.
Já há muitos anos que não leio Miguel Real, o título parece-me sugestivo, mas, infelizmente, não tenho ouvido muitos comentários à obra.
Parece-me uma obra muito recomendável. Mas devo confessar, como se percebe, que tive dificuldade em encontrar uma boa imagem da capa (o que não costuma acontecer, felizmente).
Será certamente muito recomendável, atendendo ao que dele já pude ler – pouco, é certo – e, por exemplo, à entrevista ontem publicada no Público. Livro a comprar na primeira oportunidade, ainda que fique a aguardar a sua vez de leitura.
O ortografia é que, convenhamos, não é “a antiga” (sempre me custou ver esta referência à “antiga ortografia” ou designações equivalentes que, dir-se-ia, admitem a vigência do indefensável AO90 – que legalmente não vigora! -, aceitam a caducidade daquilo que o antecede e quase pedem por desculpa pela opção; como se fosse um capricho do autor): a ortografia é – felizmente – a que deve ser.
Costa
Há quase dois anos que recomendo livros diariamente aqui. Já sublinhei várias vezes – mas nunca é de mais sublinhar – que todos eles, por mais diversos que sejam, têm uma característica comum: o respeito pela correcta ortografia em vigor desde 1945, com as adaptações introduzidas em 1973.
E felicito-o sinceramente por essa sua iniciativa que bem mais do que uma vez me fez decidir por uma compra ou uma releitura. Não é a ela, nem poderia ser, que me refiro em comentário crítico (ainda assim, a sê-lo, sempre uma crítica francamente admiradora), antes à forma que tal declaração – que inevitavelmente procuro em cada novo livro, ou edição, a que lance mão – por vezes toma: substantivamente tranquilizadora, mas parecendo quase um pedido de desculpa por uma ousadia culposa.
Ora nada há de culpa na adopção, como muito bem escreve, da “correcta ortografia em vigor desde 1945, com as adaptações introduzidas em 1973”.
Costa
Entendi, meu caro. Obrigado pelas palavras de apreço que aqui deixa. Eu retribuo com a promessa de que esta série diária continuará. Divulgando sempre livros que rejeitam o acordês. Felizmente não faltam: o difícil é escolher só um por dia.