Passado presente (CXVII)


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Synergie Grand d?fi de Monaco, Vintage Giclee Art print

24 Heures du Mans – anúncio da prova há 50 anos

(Circuito de Le Mans, 20 e 21 de Junho de 1959)

19 comentários em “Passado presente (CXVII)”

  1. Uau ! Que belo passado presente, apesar de eu não ser uma fã incondicional do desporto automóvel, lembro-me logo do filme com o saudoso Steve McQueen que fez furor :-)) e este cartaz é um must …

    1. O filme é o ‘Grand Prix’ e o elenco, entre nomes famosos da Fórmula 1, incluía a Françoise Hardy. Pela primeira vez, o cinema dava-nos a sensação de estar ao volante a conduzir um bólide de F1, como actualmente acontece nos simuladores.

  2. O cartaz é lindo.

    E não fosse a data poderia sugerir uma prova de street jumping ‘ …

    Blasfemei muito? Oh! I’ m so sorry, mas eu carros é mais pela cor…
    Saio já. Vrrrrummmmm

    :)))

    1. Eu dou.-lhe o ‘street jumping’!
      A famosa partida à Le Mans era dada com os carros parados em espinha de um lado da pista e os corredores do outro lado, cada um frente ao seu carro. Dada a partida, eles atravessavam a pista a correr, entravam nos carros e partiam.
      O seu motor parece estar a sobreaquecer. Se for preciso, dou um jeiro nisso!

      1. ehehehe grande João Carvalho! Das poucas coisas que eu já sabia sobre corridas de automóveis era a forma como era dada a partida :))))) Mas valeu.
        João, olhe que eu até da matrícula do meu carro me esqueço. Por isso, qualquer esforço para melhorar a minha performance neste campo, deve ser um esforço inglório. Mas agradeço a sua boa vontade.

        Valeu!

        :))))))))))

        1. Não valeu, não! Esse tipo de partida de que falei foi pouco usado, era excepcional e desapareceu. Está longe, portanto, de ser a forma como era dada a partida. A partida era dada normalmente, com aquelas raríssimas excepções.
          O seu motor começou a deitar fumo…

          1. Começou nada! Agora que comecei a aprender umas coisas? Que é isso de menosprezar as suas capacidades didácticas? Balhamedeus!

            :)))

          2. Certíssimo. A história de quando se esqueceram de levar os fósforos para cena, para se poder queimar uma carta comprometedora e o actor improvisou rasgando-a. O problema passou para quem tinha de dar continuidade à cena que, em vez do previsto “cheira-me a papel queimado”, improvisou dizendo: Cheira-me a papel rasgado…

    2. É isso mesmo, Maria do Sol! Eu também diria que este cartaz anuncia uma corrida entre homens e carros, a ver quem chega primeiro…

      Mas lá que é bonito, isso é. 🙂

  3. Muito lindo o cartaz, com uma cena que foi uma das imagens de marca de uma época áurea do desporto automóvel mundial. No entanto, estas partidas à ‘Le Mans’ foram abandonadas no início dos anos 70 por causarem alguns acidentes e nelas ocorrerem alguns incidentes, nomeadamente pequenos atropelamentos, portas por fechar, cintos de segurança por apertar (que determinou a morte do piloto inglês John Wolfe, num acidente durante a 1ª volta) e outras o que hoje em dia seria impensável, atenta a importancia primordial que é dada à segurança quer de pilotos, quer de mecânicos, quer do público em geral. Ficou, aliás, célebre e a fazer parte da história de ‘Le Mans’, a recusa do belga Jacky Ickx, em 1969, em alinhar na corrida a pé até ao carro, indo calmamente a passo e instalando-se convenientemente no cockpit, não tendo este procedimento impedido que, justamente, ganhasse esta edição da prova fazendo equipa com o Jackie Oliver, num Ford GT 40.
    Para terminar, apenas um pequeno apontamento quanto ao desempenho dos nossos ‘bravos do pelotão’ na edição deste ano realizada em 14/15 de Junho:
    Bom, (apesar de saber a pouco), o 6º lugar da geral para o Pedro Lamy que, sem grande dificuldade, poderia tê-la vencido, não fosse aquele desastrado incidente de box para o qual nada contribuiu e que lhe estragou por completo a prova quase desde o início;
    Belíssimo o 8º lugar da geral para o João Barbosa, que embora integrado também numa equipa de LMP1, não tem a estrutura de uma Porsche ou Audi;
    Pena, as várias azelhices dos 2 companheiros de equipa do Tiago Monteiro, que acabaram por ditar o desistência, quando já estavam decorridos mais de 2/3 da prova, bem como o abandono prematuro do Miguel Pais do Amaral num carro com problemas desde o início.
    Um abraço.

      1. João, obrigado pelo teu comentário e reconhecimento.
        Qualquer dia torno-me comentador-residente do Ddo para a área do «motorsport», eheheh!…
        Abraço.

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