0 comentários em “A Europa rendida ao medo (6)”

        1. Peço desculpa ao Pedro Correia por vir aqui com um assunto fora do tema.

          Apenas queria dizer ao Vento que lhe respondi em devido tempo ao último comentário que me endereçou lá para trás, deve-se ter perdido.

          Nada de especial, na linha do seu, acabava com um abraço.

          1. Grato pela mensagem, rmg.

            Mesmo com o comentário perdido o que importa é, na mesma linha, seguirmos a vida, por aqui e pelo mundo.
            Temos uma montanha comum com encostas diferentes para subir e alcançar o cume. É a vocação de cada um. Nada nos separa, as diferenças complementam-nos. E isto aplica-se a todos.
            Não agimos por maldade, mas por paixão.

          2. Meu caro

            Acho que sintetizou bem a situação.
            Claro que nos esforçamos por vezes de tentar que o outro suba a montanha ao nosso lado.
            Mas isso é difícil, quem não anda cá por ver andar os outros raramente o consegue.
            E isso nem é mau, pelas razões que aponta.

            Abraço

  1. Na verdade, todas as festas licenciosas são blasfemas e é natural que haja quem muito justamente se sinta provocado e ofendido. Lá por Colónia deviam mas era comemorar a Festa do Sacrifício.

  2. Quer-me parecer que a moda Charlie rapidamente passou à história. Que veio nos media sobre a edição da 2ª semana após o atentado terrorista? Capa?Tiragens? Filas para a comprar e ene pontos de venda onde estava esgotada? Reportagens em Lisboa sobre reservas e pedidos adicionais de exemplares da revista? Zero.

    1. A Rússia vai financiando a extrema-esquerda e a extrema-direita. Para fazer implodir a União Europeia. Hoje na Grécia, amanhã em Espanha, depois em França, a seguir talvez Itália…

  3. Parece um pesadelo o que esta forma de fazer politica nos tem levado: a deixar de acarinhar a liberdade como prioridade nº 1.
    Ainda vamos esperar muito para que na UE seja proibido iniciar as crianças nos credos antes duma certa idade?(14 ?).

  4. abri o Delito para lhe enviar esta de que tive conhecimento por uma amiga alemã. encontrei-me em minoria na discussão que se seguiu e – ó paciência!, onde estás? – chamaram-me fundamentalista.

    1. Se calhar quem lhe chamou fundamentalista há 20 dias batia no peito a dizer que era Charlie. Esqueceu-se depressa.
      Fundamentalistas são os que silenciam os outros. À bala, se for preciso.

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