Gosto muito, Vento. Theodorakis tem de passar por cá – não nesta série, que é dedicada a canções, mas por uma próxima, dedicada apenas a música instrumental. Esta cena final do filme ‘Zorba, o Grego’, com Anthony Quinn e Alan Bates, é inesquecível. Vi o filme há mais de 30 anos, numa sala de cinema de província. E nunca mais esqueci.
Li o conto de Sholom Aleichem, vi o filme, um CD da peça na Broadway e tenho um single em vinil, mas interpretado pelo Topol. Faz parte d”Os discos do Pai”. É um título muito em voga, o que me remete frequentemente às recordações que tenho do meu pai, um homem sempre muito correcto, a quem a vida decidiu abandonar aos 57 anos de idade. Dou por mim a pensar que o ataque cardíaco que o fulminou foi um bem… acredito que naquele dia, morreu feliz. Se vivesse nestes tempos, neste presente, seguramente teria morrido de tristeza.
Estive para trazer aqui a versão do filme do Norman Jewison, com o Topol, mas acabei por escolher esta – menos conhecida – do espectáculo na Broadway, interpretada pelo grande Zero Mostel. Lamento que lhe tenha despertado recordações dolorosas, Dulce.
Passados 20 anos, damos por nós a relembrar os bons momentos, aqueles que nos fizeram sorrir e cantar, como esta música. Um suspiro mais profundo e um sorriso de gratidão por ter tido o privilégio de ser sua filha. A dor é só o agridoce toque da saudade, Pedro. Obrigada 🙂
Vi o filme, Pedro.
Tome mais esta:
https://www.youtube.com/watch?v=8UgndyMf e-8
Gosto muito, Vento. Theodorakis tem de passar por cá – não nesta série, que é dedicada a canções, mas por uma próxima, dedicada apenas a música instrumental.
Esta cena final do filme ‘Zorba, o Grego’, com Anthony Quinn e Alan Bates, é inesquecível. Vi o filme há mais de 30 anos, numa sala de cinema de província. E nunca mais esqueci.
Li o conto de Sholom Aleichem, vi o filme, um CD da peça na Broadway e tenho um single em vinil, mas interpretado pelo Topol. Faz parte d”Os discos do Pai”.
É um título muito em voga, o que me remete frequentemente às recordações que tenho do meu pai, um homem sempre muito correcto, a quem a vida decidiu abandonar aos 57 anos de idade.
Dou por mim a pensar que o ataque cardíaco que o fulminou foi um bem… acredito que naquele dia, morreu feliz.
Se vivesse nestes tempos, neste presente, seguramente teria morrido de tristeza.
Estive para trazer aqui a versão do filme do Norman Jewison, com o Topol, mas acabei por escolher esta – menos conhecida – do espectáculo na Broadway, interpretada pelo grande Zero Mostel.
Lamento que lhe tenha despertado recordações dolorosas, Dulce.
Passados 20 anos, damos por nós a relembrar os bons momentos, aqueles que nos fizeram sorrir e cantar, como esta música. Um suspiro mais profundo e um sorriso de gratidão por ter tido o privilégio de ser sua filha. A dor é só o agridoce toque da saudade, Pedro. Obrigada 🙂
Obrigado eu pela partilha, Dulce.
Ainda no saudoso Monumental.
Saudoso, diz bem.