
Acho tão ridícula esta história de o ministro da Defesa andar a dizer que andamos a “interceptar aviões militares russos” como o foi há cem anos a captura dos navios alemães que estavam pacificamente no porto de Lisboa. O problema é que é com estas bravatas que nós nos metemos em guerras a que somos totalmente alheios. Por isso, preparemo-nos para cantar: “Contra os russos, marchar, marchar”.

Malhemos nos russos.
http://videos.sapo.pt/QKKaQcj3foqB0V6nNA Ee
Não será antes nas russas? usso-meninas/russo-meninas-feliz-foto-hh _dp2204472.jpg
http://fotos-meninas-russa.rugirlz.com/r
Putin, vai cumprir a promessa. Neste momento os investimentos de defesa russos estão canalizados para os bombardeiros de longo alcance.
E garanto-vos que não há escudo antimíssil que consiga parar estes “brinquedos”.
A rapaziada continua a mostrar a sua capacidade:
http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2014-10-3 0-Russia-testa-missil-com-quase-37-tonel adas
Por falar em ridídulo, com todo o respeito, post ridículo também.
É esse o “termo técnico”, todos os países da NATO que se viram na contingência de fazer alguma coisa o usaram.
Mas de facto houve uma geração que gramou 3 anos de tropa (os que a gramaram e foram a grande maioria) e a geração seguinte acha tudo ridículo porque nem uns simples “termos técnicos” militares sabe nem que seja como cultura geral.
Eu também acho isto tudo parvo mas, por muito pouco que se goste do estilo “sabichão” do Nuno Rogeiro ele ontem explicou muito bem e de forma muito simples o que está a acontecer.
E tao ridiculo como pertencermos a NATO…
Nao gostar do governo e querer postar contra sempre que algum ministro fala e diferente de fingir que e normal o que o sr Putin anda a fazer.
Mas na realidade os F-16 foram fazer o mesmo que outros aviões semelhantes, doutros países NATO, fizeram. Intercepção e escolta.
Voltámos aos anos 60, altura em que os Tupolev 95 já aí voavam…
Quando lá estiver o Costa, serão delicadamente convidados a aterrar em Figo Maduro, e depois ser-lhes-á oferecido um circuito na capital, em tuk tuk. Mas com cuidado, para não cairem nos buracos.
Esquece-se de que estas acções da aviação portuguesa foram feitas no âmbito da Nato. Se não temos autonomia nem verdadeira independência, temos que nos limitar a fazer o que os nossos “parceiros” nos mandam, certo?
E se tivermos autonomia e verdadeira independência fazemos o quê, num caso destes?
Se calhar exactamente o mesmo porque temos autonomia e verdadeira independência.
Na ânsia de criticar de qualquer maneira saem dessas…
Este post revela que quem o escreveu pensa que o país e o resto do mundo são do tamanho do seu quintal. Mas não é assim, existem mais coisas, pelo menos 7 mil milhões de pessoas, e metade, ou pelo menos uma grande parte quer lixar o vizinho do lado. Portugal não tem capacidade para se defender sozinho de uma agressão militar, por exemplo, da União Soviética de Putin, (sim, disse bem), e por isso pertence à NATO, e aquilo que fez de escoltar os aviões de guerra dos russos, é um procedimento normal das forças militares de defesa da NATO. Os aviões russos não são de passeio ou lazer, são aviões de guerra que possuem capacidade para transportar armas atómicas! E fazem-no sem dar cavaco a ninguém, voando em espaço internacional é certo, mas pondo em risco os aviões civis que também ali voam. Portanto, só mesmo alguém que nunca saiu do seu quintal pode achar que Portugal deveria ficar impávido e sereno sem fazer descolar os seus aviões de combate para intercetar os dos russos. O ministro da defesa apenas disse o que se fez. O mesmo que fizeram os outros países que também pertencem à aliança.