Vou estar muito atento aos estudos deste órgão. Deve sair dali coisa decisiva para a nação, a julgar por este belo início de trabalhos… Um abraço, João!
Berbigão, é claro que não, se não fosse veiculada pelo JMF (Público). Mas também não é de uma pessoa estranhar. Ao fim e ao cabo, ele está a utilizar aquilo que aprendeu quando militava na extrema esquerda, e que se compara muito àquilo que são os métodos de quem ele é, actualmente, declarado apoiante.
Trabalho num sector de prestação de serviços, muito habituado aos concursos públicos . Não desconhece com certeza que haver concursos públicos . ou ajustes directos, tem a ver com o valor que está em jogo, quer se trate da realização de uma obra ou da prestação de um serviço. E pela minha experiência, que não é pequena, os ajustes directos são, em regra, mais transparentes que os concursos públicos . Porque? porque a entidade adjudicante está mais exposta. Tenho um caso, em que ganharia o concurso, mas que, como determinada pessoa tinha sido devidamente oleada para nos por fora, arranjaram uma não conformidade absolutamente ridícula , e foram adjudicar o contrato por um valor superior, e não eram trocos. Quem anda nisto, é que sabe como elas se fazem… De nada nos valeu termos uma relação até muito próxima com o Ministro da Tutela da altura. O homem da casa empochou e nós ficamos a arder. Como se costuma dizer, não é por aí que o gato vai às filhoses . Se eu começasse a desfiar o rosário, teríamos que colocar uma bolinha vermelha neste comentário….
Obrigado pelo seu comentário, muito elucidativo. Neste caso concreto, a não realização de um concurso num suposto organismo para regular a transparência é simplesmente absurdo.
Começam bem. A transparência acima de tudo.
Vou estar muito atento aos estudos deste órgão. Deve sair dali coisa decisiva para a nação, a julgar por este belo início de trabalhos… Um abraço, João!
Vai dando conta do que souberes, José.
Abraço.
Se não fosse o jornal do JMF (Púiblico) como se dizia mal do governo ?
Aquilo é uma verdadeira cartucheira de descobertas.
Será assim em tudo ?
Dar um notícia como a que está em causa – e que não foi desmentida – é dizer mal do Governo?
Berbigão,
é claro que não, se não fosse veiculada pelo JMF (Público).
Mas também não é de uma pessoa estranhar. Ao fim e ao cabo, ele está a utilizar aquilo que aprendeu quando militava na extrema esquerda, e que se compara muito àquilo que são os métodos de quem ele é, actualmente, declarado apoiante.
Neste exemplo de atitude
da administração estatal,
é imunda a mansuetude
na criação de um portal.
A palavra transparência
esbarra nestes concursos,
a cultura da incoerência
parasita muitos recursos!
Neste país “tropical”
plantado à beira-mar,
existe uma elite fecal
que não pára de mamar!
Acho bem! Se é para transparecia, evitou-se os escuros meandros dos concursos públicos.
Limpinho…
Trabalho num sector de prestação de serviços, muito habituado aos concursos públicos . Não desconhece com certeza que haver concursos públicos . ou ajustes directos, tem a ver com o valor que está em jogo, quer se trate da realização de uma obra ou da prestação de um serviço. E pela minha experiência, que não é pequena, os ajustes directos são, em regra, mais transparentes que os concursos públicos . Porque? porque a entidade adjudicante está mais exposta. Tenho um caso, em que ganharia o concurso, mas que, como determinada pessoa tinha sido devidamente oleada para nos por fora, arranjaram uma não conformidade absolutamente ridícula , e foram adjudicar o contrato por um valor superior, e não eram trocos. Quem anda nisto, é que sabe como elas se fazem… De nada nos valeu termos uma relação até muito próxima com o Ministro da Tutela da altura. O homem da casa empochou e nós ficamos a arder. Como se costuma dizer, não é por aí que o gato vai às filhoses . Se eu começasse a desfiar o rosário, teríamos que colocar uma bolinha vermelha neste comentário….
Obrigado pelo seu comentário, muito elucidativo. Neste caso concreto, a não realização de um concurso num suposto organismo para regular a transparência é simplesmente absurdo.