12 comentários em “As melhores praias portuguesas (37)”
Esta é uma das minhas. A praia grande do lado esquerdo; a mais pequena do lado direito e o túnel que dava acesso a uma praia minúscula cujo acesso só era possível durante a maré baixa. Foi nesta praia que aprendi a nadar. 🙂
Também ali estive há 2 anos, quando fui passar férias ao Carvoeiro. A da Marinha é mais bonita mas não há mais sossegada que esta. Abraço.
PS: percebi, entretanto, que o Pedro também acha que fica mal a um advogado não usar gravata em Tribunal. É bom saber que há mais alguém que concorda comigo, quando eu pensava que a moda tinha pegado.
Inteiramente de acordo, Ricardo. Por respeito à instituição, ao juiz e ao cliente. Não necessariamente por esta ordem. Já na praia, nesta ou noutra, nada a objectar: dispenso a gravata.
Esta é uma das minhas. A praia grande do lado esquerdo; a mais pequena do lado direito e o túnel que dava acesso a uma praia minúscula cujo acesso só era possível durante a maré baixa. Foi nesta praia que aprendi a nadar. 🙂
Sou fã incondicional da zona – e desta em particular, Jorge.
Gosto mais aqui na foto que ao vivo, muito pequena e quando sobe a maré fica em nada… Nessa região, na minha opinião, a da Marinha é a número um!
Pois eu gosto particularmente do restaurante-esplanada, que bem merece figurar na série da Ana.
Também gosto! A paisagem é fabulosa..
Não conheço. Como se chama a esplanada, tem nome?
Não me lembro agora, hei-de lembrar-me. O peixe grelhado é óptimo. E a vista da varanda é absolutamente deslumbrante. Um belíssimo pedaço de Algarve.
A praia
A praia
soletra saudade
a areia
clama
presença
a lua
murmura
destino
Na praia silenciada
da noite calada
em sons
de ondas
despidas de vida
Apenas o pensamento
vagueia
suave e terno
é onda
é vento
é presença
de uma saudade
em passos
dados
na areia
molhada
do oceano
chamado
vida
FM
Tarde no mar
A tarde é de oiro rútilo: esbraseia.
O horizonte: um cacto purpurino.
E a vaga esbelta que palpita e ondeia,
Com uma frágil graça de menino,
Pousa o manto de arminho na areia
E lá vai, e lá segue o seu destino!
E o sol, nas casas brancas que incendeia,
Desenha mãos sangrentas de assassino!
Que linda tarde aberta sobre o mar!
Vai deitando do céu molhos de rosas
Que Apolo se entretém a desfolhar…
E, sobre mim, em gestos palpitantes,
As tuas mãos morenas, milagrosas,
São as asas do sol, agonizantes…
Florbela Espanca
Também ali estive há 2 anos, quando fui passar férias ao Carvoeiro. A da Marinha é mais bonita mas não há mais sossegada que esta.
Abraço.
PS: percebi, entretanto, que o Pedro também acha que fica mal a um advogado não usar gravata em Tribunal. É bom saber que há mais alguém que concorda comigo, quando eu pensava que a moda tinha pegado.
Inteiramente de acordo, Ricardo. Por respeito à instituição, ao juiz e ao cliente. Não necessariamente por esta ordem.
Já na praia, nesta ou noutra, nada a objectar: dispenso a gravata.
Uma praia recatada
sem grandes confusões,
pois fica afastada
das audíveis multidões.
O recorte costeiro
de falésias amareladas,
um ambiente prazenteiro
para quietudes onduladas.