Gente séria


Sérgio de Almeida Correia,

“Francisco Moita Flores, eleito pelas listas do PSD, apenas participou na primeira reunião de câmara depois da tomada de posse do novo executivo municipal. Foi a 22 de outubro. A 13 de novembro, pediu a primeira de quatro suspensões, por um período de sessenta dias, tendo feito o mesmo a 15 de janeiro e a 18 de junho. A estes, soma-se um pedido de suspensão de noventa dias apresentado a 26 de março. Exceptuando a suspensão de janeiro, todas as outras foram justificadas por “razões da [sua] atividade literária”. Moita Flores lançou em junho o romance “Segredos de Amor e Sangue” e tem-se dedicado, nas últimas semanas, a viajar pelo país a promovê-lo.” – Observador

 

 

5 comentários em “Gente séria”

  1. Pode-se dar o exemplo do próprio António Costa, do Marinho e Pinto, do Santana Lopes, do Durão Barroso, do candidato da CDU a Lisboa (que agora não me lembra o nome), o António Capucho, o Paulo Portas… Enfim, tantos e tantos… E o que é que as pessoas fazem? Continuam a votar neles…
    Percebo que o eleito queira deixar a política, agora estes não, só querem mesmo servir-se dela.
    E agora eu pergunto, em quem é que eu vou votar? Não está fácil.

  2. É disto que o país precisa, da verdadeira essência política de gente… “séria”!!!como esta!!! e o Zé Povinho bem o sabe, vota neles de “olhos bem fechados”! Sem ofensa ao filme!

  3. A Câmara de Lisboa, liderada por António Costa, dá emprego a pelo menos 30 ‘boys’ do PS, muitos dos quais são familiares de deputados, autarcas e militantes históricos do partido.

    A autarquia justifica as contratações com “a natureza das funções, que exige elevada autonomia alicerçada num pressuposto de compromisso e confiança com o eleito, nomeadamente o cariz político inerente à função”, cita o Correio da Manhã.

    A lista de militantes do PS com emprego na câmara, diz este jornal, inclui, por exemplo, as mulheres dos deputados Marcos Perestrello e Duarte Cordeiro, a filha de Manuel Alegre, o marido da autarca de Odivelas ou a mulher de José Miguel Medeiros.

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