A indignação compreende-se. De ambas as partes. Quem valorizou a prestação profissional de uma apresentadora de TV em x, deve ter tido em consideração o seu talento, profissionalismo e o seu crédito no mercado de trabalho. É baseado nesse princípio de valor/retribuição que se constrói uma vida pessoal e os padrões pessoais são evidentemente elevados aos plafonds de vencimento. Para nós, que ganhamos um ou dois décimos, ou provavelmente nem isso, podemos considerar uma afronta, mas para a apresentadora que tem um nível de vida estável e baseado no que ganha ou lhe deram a ganhar, pode ser uma tragédia ver-se sem metade do vencimento. Responsáveis ? Só a direcção dum serviço público que já esteve em vias de encerrar e que continua a vampirizar o País desta maneira. Pergunto quantos casos como este não há na RTP ? E mais, a co-estrela que com ela apresenta o programa , ter-se-à contentado com o mesmo montante ?
A indignação compreende-se.
De ambas as partes.
Quem valorizou a prestação profissional de uma apresentadora de TV em x, deve ter tido em consideração o seu talento, profissionalismo e o seu crédito no mercado de trabalho. É baseado nesse princípio de valor/retribuição que se constrói uma vida pessoal e os padrões pessoais são evidentemente elevados aos plafonds de vencimento. Para nós, que ganhamos um ou dois décimos, ou provavelmente nem isso, podemos considerar uma afronta, mas para a apresentadora que tem um nível de vida estável e baseado no que ganha ou lhe deram a ganhar, pode ser uma tragédia ver-se sem metade do vencimento.
Responsáveis ? Só a direcção dum serviço público que já esteve em vias de encerrar e que continua a vampirizar o País desta maneira.
Pergunto quantos casos como este não há na RTP ? E mais, a co-estrela que com ela apresenta o programa , ter-se-à contentado com o mesmo montante ?
Agradeço a sua “ligação directa” ao meu post
Nós, por cá, gostamos de dar nota de quem nos cita. É assim desde há mais de cinco anos, Pedro. Um abraço.