Li-o o ano passado e penso que muitos dos nossos dirigentes ou candidatos a tal devê-lo-iam ler. No meu post sobre livro referi: Assim nasceram as “… vozes de vingança, e faces endurecidas nas forjas do sofrimento a tal ponto que nenhum vestígio de piedade podia fazer nelas qualquer mossa.” Assim nasce a revolução francesa e a inicialmente designada “República Única e Indivisível, da Liberdade, Igualdade, Fraternidade ou Morte”, esta última palavra, cujo tempo e a vergonha parecem querer apagar da verdade da história. Infelizmente não me admirava que hoje, onde a austeridade injusta também forja vingança, a um dia a piedade desapareça e se venha a vitimizar tanto o culpado como o inocente.
Li-o o ano passado e penso que muitos dos nossos dirigentes ou candidatos a tal devê-lo-iam ler.
No meu post sobre livro referi:
Assim nasceram as “… vozes de vingança, e faces endurecidas nas forjas do sofrimento a tal ponto que nenhum vestígio de piedade podia fazer nelas qualquer mossa.” Assim nasce a revolução francesa e a inicialmente designada “República Única e Indivisível, da Liberdade, Igualdade, Fraternidade ou Morte”, esta última palavra, cujo tempo e a vergonha parecem querer apagar da verdade da história.
Infelizmente não me admirava que hoje, onde a austeridade injusta também forja vingança, a um dia a piedade desapareça e se venha a vitimizar tanto o culpado como o inocente.
Um dos melhores romances que li até hoje. Com um parágrafo de abertura inesquecível.