Hoje é um dia importante para o jornalismo português: nasceu o Observador. Depois de tantos anos a ver terminar projectos jornalísticos, é com muito agrado que vejo surgir um. Adaptado aos novos tempos – só em linha, sem papel. E com uma redacção jovem e promissora.
Aqui fica uma palavra de incentivo ao director, David Dinis, aos editores Helena Pereira e João Cândido da Silva, e a outros jornalistas que conheço, como a Liliana Valente e a Sónia Simões (e também à Sara Coelho, nossa colega da blogosfera). Com votos de longa vida e muitas cachas.
Cá estaremos a observar o Observador.

Mas um nome mais “up-to-date” não ficaria mal. Como não vou para novo, ainda me recordo da velha revista Observador (que, provavelmente, já não seria a primeira com esse nome), e que, se não me engano, chegou a ser dirigida por Vitorino Nemésio. Pelo menos nela colaborou, disso estou certo.
Lembro-me dessa revista, sim. Dirigida por Artur Anselmo.
Contudo, também essa revista não apresentava uma denominação original, com esta denominação “O Observador” (sim, contém o artigo) existiu no século XIX um jornal fundadado em Coimbra por Joaquim Martins de Carvalho, que em 1854 muda de nome para “O Conimbricense”. 0j%20martins%20de.pdf
http://maltez.info/biografia/carvalho,%2
http://books.google.pt/books?id=5kcSHXG3 sVYC&pg=PA151&lpg=PA151&dq=o+observador%2Bmartins+de+carvalho&source=bl&ots=WyS5lPbMa3&sig=1anYJpFD6IumuucxLcK9CLorYIQ&hl=pt-PT&sa=X&ei=-Rt7U-7wGcSo0AWms4Bg&ved=0CCwQ6AEwAg#v=onepage&q=o%20observador%2Bmartins%20de%20carval ho&f=false
(peço desculpa pela extensão do link)
Obrigado pela informação, caro António. Gosto sempre de aprender mais com os nossos leitores, como foi o caso.
Já lá fui e (por exemplo) gostei desta, que é serviço público, e cujas questões, se colocadas na Baixa Lisboeta ou numa esplanada à beira Tejo, dariam uns bons “apanhados” (eu incluído), embora, evidentemente, alguns assuntos sejam um tanto áridos.
http://observador.pt/explicador/explicad or-conheca-os-poderes-do-parlamento-euro peu/
Sim, já li boas peças por lá. Começam bem.
Que oculto poder o terá vergado – ao Observador – à tirania do acordês ? Um poder terrível, inflexível, impossível de enfrentar, decerto. Ou isso, ou a morte à nascença, quem sabe. Resistem, os colunistas que já pude ler. Felizmente podem resistir, eles e o Observador quando lhes dá voz. Mas até quando?
Dói.
Costa
De Costa, é simples: basta seguir ou dinheiro ou o avental, se não for caso de estarem os dois juntos.
O acordo ortográfico é um bom guia para o poder da maçonaria em Portugal. Até nisso esta 3ª república está a seguir os erros da 1ª.
Por mim, ficou lido e observado, apesar de gostar dos colunistas – que não usam a ortografia brasileira de 1943 e monstruosidades adjacentes.
Uma pena a adopção do Acordo Ortográfico, vamos lá ver se são mesmo diferentes dos Lusadependentes.
Sem dúvida, foi uma pena. Rejeito por completo este AO.
Somos três.
E gostei especialmente desta coluna de opinião:
http://observador.pt/opiniao/irresponsab ilidade-e-arrogancia/
Valeu a pena lá voltar hoje, como viu.
Do artigo que menciona destaco esta frase, certeira como poucas: «Os ‘senadores’ esforçam-se quase todos os dias para demonstrar como seria uma péssima ideia criar um Senado em Portugal.»