Carmelinda Pereira, candidata ao Parlamento Europeu
12 comentários em “Frases de 2014 (11)”
Não serei o primeiro a referi-lo, mas estes partidecos que se desconhece em absoluto o que fazem no dia-a-dia (melhor dizendo, no ano-a-ano) e sistematicamente aparecem a disputar (patéticos) tempos de antena nas campanhas eleitorais (e suas vésperas) e apenas poluem os boletins de voto deviam ser sujeitos a normas que tal coisa impedissem.
E então a Carmelinda disse: Estão verdes, não prestam. Qual é mesmo o número mínimo de associados que deve ter um partido político, para ser considerado como tal?
Apesar de tudo há mérito nestas candidaturas de “partidos de um homem só” como sejam esta, as dos incontornáveis Marinho Pinto e Garcia Pereira, e outras. Aliás, neste ponto, nem diferem muito das ditas partidárias do arco da governação.
Preenchem o vácuo legislativo, que não permite as candidaturas uninominais que, na verdade, são.
Individualmente estes persistentes e corajosos candidatos, mesmo os que aparentemente ultrapassam limites do convencional, pelo sua não-convencional mensagem são o sal desta pseudo-democracia hiper-partidarisada . É ao soberano eleitorado que cabe a responsabilidade de, uninominalmente, os abonar ou não.
Merecem respeito, independentemente dos seus projectos. Quiçá mais do que o molhe dos desciplinadamente acomodados que se vão arrastar, amorfamente, pelos bancos da democracia, destruindo-a.
Alguma comunicação social está, obviamente, a ser ridícula ou parcial.
Olhe que não. Neste preciso momento vejo duas peças televisivas, em dois canais diferentes. Uma mostra o candidato do MRPP, outra mostra a candidata Carmelinda. Com o vácuo instalado à volta de ambos: não há ninguém a escutá-los excepto os repórteres, por dever de ofício. É uma espécie de reportagem sobre o nada.
O “incontornável” Pereira concorre livremente a eleições há décadas a repetir os mesmos estribilhos, não há pachorra que o ature. Isto além de defender alucinadamente ideais que não pratica. Todo o mundo sabe que vive principescamente.
Quando ela dizia que queria fazer parte do Parlamento Europeu, nunca entrou, agora diz que não quer para ver se assim tem hipóteses. Pode ser que assim tenha sorte…….
Não serei o primeiro a referi-lo, mas estes partidecos que se desconhece em absoluto o que fazem no dia-a-dia (melhor dizendo, no ano-a-ano) e sistematicamente aparecem a disputar (patéticos) tempos de antena nas campanhas eleitorais (e suas vésperas) e apenas poluem os boletins de voto deviam ser sujeitos a normas que tal coisa impedissem.
Um voto nesta senhora equivale a um voto nulo. O voto branco tem pelo menos uma vantagem: poupa-se na tinta da caneta.
E então a Carmelinda disse: Estão verdes, não prestam.
Qual é mesmo o número mínimo de associados que deve ter um partido político, para ser considerado como tal?
Ela é marxista, tendência Groucho: recusa ser sócia de um clube que a aceite como membro.
Apesar de tudo há mérito nestas candidaturas de “partidos de um homem só” como sejam esta, as dos incontornáveis Marinho Pinto e Garcia Pereira, e outras. Aliás, neste ponto, nem diferem muito das ditas partidárias do arco da governação.
Preenchem o vácuo legislativo, que não permite as candidaturas uninominais que, na verdade, são.
Individualmente estes persistentes e corajosos candidatos, mesmo os que aparentemente ultrapassam limites do convencional, pelo sua não-convencional mensagem são o sal desta pseudo-democracia hiper-partidarisada .
É ao soberano eleitorado que cabe a responsabilidade de, uninominalmente, os abonar ou não.
Merecem respeito, independentemente dos seus projectos. Quiçá mais do que o molhe dos desciplinadamente acomodados que se vão arrastar, amorfamente, pelos bancos da democracia, destruindo-a.
Alguma comunicação social está, obviamente, a ser ridícula ou parcial.
Olhe que não. Neste preciso momento vejo duas peças televisivas, em dois canais diferentes. Uma mostra o candidato do MRPP, outra mostra a candidata Carmelinda. Com o vácuo instalado à volta de ambos: não há ninguém a escutá-los excepto os repórteres, por dever de ofício.
É uma espécie de reportagem sobre o nada.
O “incontornável” Pereira concorre livremente a eleições há décadas a repetir os mesmos estribilhos, não há pachorra que o ature. Isto além de defender alucinadamente ideais que não pratica. Todo o mundo sabe que vive principescamente.
Líder de um partido que em 39 anos nunca conseguiu eleger um só deputado. Concorre apenas a um lugar honroso nos… tempos de antena.
Cheira-me que vai ser uma das vencedoras das europeias. Ao não ser eleita, claro.
Isso mesmo, Rui. Eu tenciono contribuir com o meu não-voto.
Quando ela dizia que queria fazer parte do Parlamento Europeu, nunca entrou, agora diz que não quer para ver se assim tem hipóteses. Pode ser que assim tenha sorte…….
As mulheres quando dizem não querem dizer sim.