E há? Se os há de que qualidade são? Como está o direito ao trabalho? Como está o direito à justiça? Como está o direito à habitação? Como está o direito à educação pública, se se dão cheques ensino para o privado e se reduz tudo no público? Como está o direito à saúde, se só se ouve corta-se? Por este andar os portugueses só têm deveres e os direitos a pouco e pouco vão-se…
Ora diga lá o que é que V. pensa exactamente sobre cada um desses pontos concretos . É que atirar com chavões primários qualquer um sabe .
Mas se responder à minha questão comprometo-me a vir aqui concordar com o que fôr para concordar e discordar com o que fôr para discordar . E mais ainda , dizendo-lhe PORQUÊ .
Sr anónimo, porque é que não emigra para onde esses direitos que refere estão garantidos para todos. Mas antes certifique-se que eles têm dinheiro para os pagar, porque por cá não tem sido nada fácil. Direito ao trabalho? é ir aos centros de emprego que há lá muitos empregos disponiveis. A vontade de trabalhar é que pode ser pouca, mas isso agora não interessa prá conversa, não é?
Para nós, portugueses, foi um Euromilhões poder-mos ter tido, e continuar-mos a ter, um politico como foi Mário Soares. A maioria dos politicos atuais, para não dizer a totalidade, creio que nunca chegarão a ser a terminação de uma qualquer lotaria popular.
As drogas alucinógenas são aquelas que afectam directamente o cérebro e os sentidos, o que causa alucinações e delírios, fazendo com que a pessoa veja, ouça, cheire ou até mesmo tente tocar em coisas que não existem. Grande parte das drogas alucinógenas vem da natureza, principalmente das plantas e cogumelos. Essas plantas já foram descobertas há muito tempo, na antiguidade e os utilizadores consideravam-nas plantas divinas devido aos efeitos causados. E, até hoje algumas culturas indígenas de vários países usam essas plantas de modo religioso!
Não vejo que os guardas prisionais de Guantanamo se queixem da falta de direitos humanos. É muito bom ouvir alguém que não passa fome, que tem dinheiro para medicamentos, que pode circular a 200 Kms/h e que possui todas as condições para, segundo os canônes cá do burgo, ser feliz importar-se com aqueles que são perseguidos por este (des)governo que até se mostra crente entendendo que a boa acção passa por financiar caridosos (IPSS e outros mais) à conta da miséria que provoca. Neste sentido, Soares, em quem nunca votei em legislativas, mostra um vigor que convinha ser imitado por aqueles que de sangue na guelra só têm os dos que espremem.
Acho que o Marocas devia estar a falar dos direitos “dos manos” e o jornalista percebeu “humanos”.
Mas já agora, como sugestão para a série, também ficava bem aquela da “restauração da independência” desta geração de Vasconcelos mais Bruxelenses que Madrilenos.
É que nem sequer se pode falar em “independência da restauração” já que o sector da restauração apanhou com mais outro aumento de IVA.
Agora, devo dizer que isto é confrangedor. É confrangedor ver pessoas fazerem figuras ridículas. Desde pequeno que, por empatia, sinto vergonha quando outras pessoas são expostas ao ridículo. Ver governantes nacionais aceitarem expor-se ao ridículo, por muito bem que seja paga a palhaçada, é confrangedor.
Nunca gostei de Mário Soares, porque conheci muito bem uma pessoa que esteve na prisão com ele, no Aljube se bem me lembro, e que me contou histórias que lá se passaram e que atestam bem da falta de caracter do personagem. Mas já aqui comentei a pena que me faz ver um velho mentalmente diminuido, mas que apesar de tudo foi uma referência para muitos portugueses, fazer tristes figuras como esta. A família dele não se sentirá incomodada com estas coisas?
Ele… é tão humano e bonzinho… tão humanoide e bom-bom…
Que deu ordens para que a Fundação sirva de abrigo noturno aos sem-abrigo e o colégio da família, seja aberto aos mais carenciados o bairro problemático da Lapa!
Os pais burgueses da Cova da Moura estão indignados… dizem que vão recolher a filharada!
Excerto da prosa do cavalheiro, no DN Online de hoje:
“A chanceler Merkel, invocando o dinheiro alemão e impondo a política dita de austeridade aos Estados vítimas dessa mesma palavra, que mata, como disse o bom Papa Francisco, tornou-se a pouco e pouco a dona da União, desde o tempo infeliz de Sarkozy e dos dirigentes da Comissão Europeia, um dos quais português, Durão Barroso, responsável com Bush, Aznar e Blair pela guerra no Irão, onde morreram muitos milhares de pessoas, de um lado e de outro, para nada…”
Merkel, o “bom Papa Francisco”, Sarkozy, Barroso, Bush, Aznar, Blair e a “guerra no IRÃO”!
«Um mês depois de uma derrota nas eleições autárquicas, Hollande – o presidente francês menos popular desde 1958, com uma quota de popularidade inferior a 20% – pediu para ser julgado “no final do mandato” de cinco anos.»
(dos jornais)
Só no final do mandato, ó dr. Soares? Mas que raio de ideia, a do seu ami. Já devia mas era ter sido corrido à paulada, como diz o seu camarada de armas Vasco Melena e Pá.
Já não se pode andar de Mercedes a 200 km/h, não querem lá ver?!
E há? Se os há de que qualidade são? Como está o direito ao trabalho? Como está o direito à justiça? Como está o direito à habitação? Como está o direito à educação pública, se se dão cheques ensino para o privado e se reduz tudo no público? Como está o direito à saúde, se só se ouve corta-se? Por este andar os portugueses só têm deveres e os direitos a pouco e pouco vão-se…
Boas perguntas .
Ora diga lá o que é que V. pensa exactamente sobre cada um desses pontos concretos .
É que atirar com chavões primários qualquer um sabe .
Mas se responder à minha questão comprometo-me a vir aqui concordar com o que fôr para concordar e discordar com o que fôr para discordar .
E mais ainda , dizendo-lhe PORQUÊ .
Sr anónimo, porque é que não emigra para onde esses direitos que refere estão garantidos para todos. Mas antes certifique-se que eles têm dinheiro para os pagar, porque por cá não tem sido nada fácil. Direito ao trabalho? é ir aos centros de emprego que há lá muitos empregos disponiveis. A vontade de trabalhar é que pode ser pouca, mas isso agora não interessa prá conversa, não é?
Desde quando os direitos sobre os outros são direitos?
Desde quando você tem direito a fazer dívida para pagar 1/4 do Estado?
Mario Soares devia jogar no euromilhões. Acertava com certeza e aliviava o que se gasta com a Fundação que leva o seu nome!
Para nós, portugueses, foi um Euromilhões poder-mos ter tido, e continuar-mos a ter, um politico como foi Mário Soares. A maioria dos politicos atuais, para não dizer a totalidade, creio que nunca chegarão a ser a terminação de uma qualquer lotaria popular.
As drogas alucinógenas são aquelas que afectam directamente o cérebro e os sentidos, o que causa alucinações e delírios, fazendo com que a pessoa veja, ouça, cheire ou até mesmo tente tocar em coisas que não existem. Grande parte das drogas alucinógenas vem da natureza, principalmente das plantas e cogumelos. Essas plantas já foram descobertas há muito tempo, na antiguidade e os utilizadores consideravam-nas plantas divinas devido aos efeitos causados. E, até hoje algumas culturas indígenas de vários países usam essas plantas de modo religioso!
Não vejo que os guardas prisionais de Guantanamo se queixem da falta de direitos humanos.
É muito bom ouvir alguém que não passa fome, que tem dinheiro para medicamentos, que pode circular a 200 Kms/h e que possui todas as condições para, segundo os canônes cá do burgo, ser feliz importar-se com aqueles que são perseguidos por este (des)governo que até se mostra crente entendendo que a boa acção passa por financiar caridosos (IPSS e outros mais) à conta da miséria que provoca.
Neste sentido, Soares, em quem nunca votei em legislativas, mostra um vigor que convinha ser imitado por aqueles que de sangue na guelra só têm os dos que espremem.
Acho que o Marocas devia estar a falar dos direitos “dos manos” e o jornalista percebeu “humanos”.
Mas já agora, como sugestão para a série, também ficava bem aquela da
“restauração da independência”
desta geração de Vasconcelos mais Bruxelenses que Madrilenos.
É que nem sequer se pode falar em
“independência da restauração”
já que o sector da restauração apanhou com mais outro aumento de IVA.
Agora, devo dizer que isto é confrangedor.
É confrangedor ver pessoas fazerem figuras ridículas.
Desde pequeno que, por empatia, sinto vergonha quando outras pessoas são expostas ao ridículo.
Ver governantes nacionais aceitarem expor-se ao ridículo, por muito bem que seja paga a palhaçada, é confrangedor.
Nunca gostei de Mário Soares, porque conheci muito bem uma pessoa que esteve na prisão com ele, no Aljube se bem me lembro, e que me contou histórias que lá se passaram e que atestam bem da falta de caracter do personagem. Mas já aqui comentei a pena que me faz ver um velho mentalmente diminuido, mas que apesar de tudo foi uma referência para muitos portugueses, fazer tristes figuras como esta. A família dele não se sentirá incomodada com estas coisas?
Tudo o que não é socialismo – e só daquele que é feito com o dinheiro dos outros – é violação dos direitos humanos para o personagem.
Ele… é tão humano e bonzinho… tão humanoide e bom-bom…
Que deu ordens para que a Fundação sirva de abrigo noturno aos sem-abrigo e o colégio da família, seja aberto aos mais carenciados o bairro problemático da Lapa!
Os pais burgueses da Cova da Moura estão indignados… dizem que vão recolher a filharada!
Excerto da prosa do cavalheiro, no DN Online de hoje:
“A chanceler Merkel, invocando o dinheiro alemão e impondo a política dita de austeridade aos Estados vítimas dessa mesma palavra, que mata, como disse o bom Papa Francisco, tornou-se a pouco e pouco a dona da União, desde o tempo infeliz de Sarkozy e dos dirigentes da Comissão Europeia, um dos quais português, Durão Barroso, responsável com Bush, Aznar e Blair pela guerra no Irão, onde morreram muitos milhares de pessoas, de um lado e de outro, para nada…”
Merkel, o “bom Papa Francisco”, Sarkozy, Barroso, Bush, Aznar, Blair e a “guerra no IRÃO”!
É obra!
Desde que perdeu a eleição para presidente do P.E. a favor d’uma “simples mulher a dias” que o omem não é o mesmo!
«Um mês depois de uma derrota nas eleições autárquicas, Hollande – o presidente francês menos popular desde 1958, com uma quota de popularidade inferior a 20% – pediu para ser julgado “no final do mandato” de cinco anos.»
(dos jornais)
Só no final do mandato, ó dr. Soares? Mas que raio de ideia, a do seu ami. Já devia mas era ter sido corrido à paulada, como diz o seu camarada de armas Vasco Melena e Pá.