A reaprendizagem da noção de começo, a que imprevistamente me dedico, fez-me procurar ‘O começo de um livro é precioso’, que comprei, aliás, num dia inicial. E dei-me conta que passaram já seis anos, mais precisamente seis anos e um mês, da morte da Maria Gabriela Llansol.
Dei-me conta assim, só assim, que nada houve, nem ninguém, que a tivesse trazido às páginas que lamentam a morte dos grandes (excepciono, claro, o Espaço Llansol). Não fará grande mal. Suspeito até que assim se faça melhor. E penso no ‘encontro inesperado do diverso’, que acaba por ser, destacando essas palavras do corpo que subtitulam, uma boa noção de turismo.

Bonito post! E Maria Gabriela Llansol é um dos grandes nomes da literatura portuguesa, como outros, injustamente pouco falada.
Obrigada por no-lo lembrar.
(É bom “vê-lo” por aqui, Adolfo…)
Muito obrigado, Isabel.
Adolfo numa semana é a segunda vez que te vejo! Boa!
E são oportuníssimas estas tuas palavras. Aliás, turismo, também é ler sobre lugares e sobre pessoas. Com Llansol saímos de nós.
🙂