Manifesto por um orçamento equilibrado. De Mário Amorim Lopes, n’ O Insurgente.
Manifesto por menos dívida. De João Miranda, no Blasfémias.
Manifesto dos 70 ou Albergue Espanhol dos 70? De Pinho Cardão, na Quarta República.
E sobre o manifesto dos 70. De Pedro Pita Barros, no Momentos Económicos… e não só.
Três notas sobre o manifesto da reestruturação da dívida pública. De Pedro Romano, no Desvio Colossal.
O manifesto vai nu. Do Mr. Brown, n’ Os Comediantes.
Eufemismos… Do Luís Aguiar-Conraria, n’ A Destreza das Dúvidas.
Reestruturar o dinheiro dos depósitos. Do Carlos Guimarães Pinto, n’ O Insurgente.
Reestruturar antes a despesa. De Tiago Mestre, no Viriathus Oeconomia.
Os ex-. De Vital Moreira, na Causa Nossa.
Eleições divertidas. Do Luís Naves, no Fragmentário.
“A Alemanha do pós-guerra também viu a sua dívida ser reduzida”. De Vasco Lobo Xavier, no Corta-Fitas.
O mundo da (nossa) dívida de hoje. De Manuel Puerta da Costa, n’ O Insurgente.

Sublinho esta passagem do post de Carlos Guimarães Pinto, que ignorantes, verdadeiros ou fingidos, parecem ignorar:
“Ou seja, num cenário de reestruturação da dívida quem seria mais afectado seria a banca nacional. Quase toda a dor da reestruturação cairia sobre os bancos portugueses, ainda fragilizados da crise anterior. Neste cenário, o estado português, estando em situação de default, não poderia ajudar na recapitalização da banca, deixando os bancos apenas com uma opção: a apropriação dos depósitos.”
O que “ganiriam”, nessa hipótese, os aposentados que subscreveram o manifesto…
Se me permite acabo de preencher os pontitos finais que ali deixou :
“… no caso de terem as suas economias nos bancos nacionais” .
esqueceu-se do IGCP…amanhã é mais uns mil milhões a somar a 2015…lol a juntar aos 10, 74 mil milhões a pagar em 2015…mais os juros que devem ser para ai mais uns quantos mil…tendo o estado uma receita na ordem dos 40 mil milhões…com um desemprego dantesco…a economia interna a definhar…a renegociação da divida é urgente!!! devia ser para ontem…
Pois: toca a “renegociar”, batendo o pé aos credores ao jeito da padeira de Aljubarrota, e sem avaliar sequer os custos da “renegociação”. Simples como um estalar de dedos. Sempre como se não houvesse amanhã: quem vier a seguir que feche a porta.
Nada de espantar: muitos dos que hoje propõem isso são precisamente aqueles que nos colocaram no fundo do poço. Alguns deles, em 2009, fizeram outro manifesto. A defender o aumento exponencial da dívida pública.
Especialmente para o senhor PCorreia:
http://www.rtp.pt/play/p293/e147542/port ugalex
Obrigado pela gentileza.
Obrigado pela menção, caríssimo Pedro Correia.
Menção bem merecida, meu caro.
Agradecido!