«A nova lei prevê ainda a possibilidade dos partidos puderem ter lucro das campanhas eleitorais.»
(«PR veta nova lei do financiamento dos partidos», TSF online)
«A nova lei prevê ainda a possibilidade dos partidos puderem ter lucro das campanhas eleitorais.»
(«PR veta nova lei do financiamento dos partidos», TSF online)
E não pudem?
Ohhhhhhhhhhhhhhh
:)))
Uns pudem, outros não pudem…
Pois, pudera!
Sim, podera…
Ok rendo-me. Fui até onde pude mas, quem pode pode.
:))))))
Quem pude, pude?…
Olhe um exemplo de que quem pode, pode:
Scolari vai treinar o Bunyodkor do Uzbequistão.
Quem pode, pode. E os uzbequistaneses é que pudem… Será?
João:
Vai por aqui uma “pudência” que alto lá.
Aproveito este pode não pode para desejar a todos e especialmente a si amigo João uns excelentes feriados, e se “puderem” vão até á praia, campo, piscina enfim o que der mais jeito, parae “puderem”, descansar.
Abraços
Obrigado, Carlos. Por aqui, o dever chama-me no feriado de amanhã. E o tempo decidiu pregar uma partida das suas.
Abraços.
Com tanto pOUde, pude acabar de ver o ministro Teixeira dos Santos,, dizer que NÂO PODEM ser os contribuintes a pagar os negócios de quem arriscou no bpp.
Puderam jogar na “roleta”, mas poderem perder já não podiam….
Se ganhassem vinham distribuir pelo zé povinho, ah pois vinham…
Aguentem-se.
?
Já agora, «de os partidos», em vez de «dos partidos».
Certo. Não o assinalei por já me parecer muita fruta…
Pois, é um erro que até chega a ter honras de capa nos jornais de referência. E se calhar os tipos do acordo ortográfico já o legalizaram.
Realmente, António, é um dos receios que podemos alimentar.
Eles não “punderam” nada do que escrevem. Também, ao abrigo do(s) acordo(s) ortográfico(s) (quantos são?, quantos são?), agora está sempre tudo bem… “Podera”…
Se eles nem as pensam, como é que pudem?
Compadre, o Vital Moreira anunciou que rumou aos Açores para descansar da campanha exaustiva. Se o vires por aí manda-lhe um abraço da minha parte.
Podes estar certo. Já agora, se o encontrares depois em Lisboa, dá-lhe um abraço meu. Porque ele é dos que convém abraçarmos de longe…