Um romance fabuloso. Um mundo estranho o das elites russas da 2ª metade do século XX, a um abismo das provincianas e incultas elites portuguesas da mesma época, apesar de mais perto de Londres ou Paris e apesar de viajarmos para o Brasil. A acção (1870) passa-se muito em volta de viagens de comboio através da Rússia. Ia-se de Moscovo a San Petersburgo (651 km) em 1851, cinco anos antes de nós termos conseguido a proeza de chegar ao Carregado (40 km), sem uma das carruagens por falta de força da locomotiva. Isto apesar do nosso grande império. Um romance que me disse muito dos russos e me põs a pensar nos portugueses. Uma péssima capa para um tão grande livro.
Recomendo vivamente esta edição até por estar escrita em português. Há uma edição quase simultânea da Relógio d’ Água, lamentavelmente escrita em acordês. Fica o aviso a todos os opositores ao aborto ortográfico.
O ultimo romance que li apaixonadamente e que adorei. Fez-me companhia nas tardes deste inverno rigoroso. Gostei tanto do livro que nem me apetece ver o filme. 🙂
É um livro bué de espesso e impresso em letras pequeninas.
Tá-se.
Um dos livros que muito tenho ouvido falar, mas tirando “Guerra e Paz”, de que muito gostei, nada mais li de Tolstoi… talvez um dia!
Já vi o filme (em duas versões, com a Greta Garbo e a Keira Knightley). Mas neste caso continuo a preferir o livro.
Um romance fabuloso. Um mundo estranho o das elites russas da 2ª metade do século XX, a um abismo das provincianas e incultas elites portuguesas da mesma época, apesar de mais perto de Londres ou Paris e apesar de viajarmos para o Brasil.
A acção (1870) passa-se muito em volta de viagens de comboio através da Rússia. Ia-se de Moscovo a San Petersburgo (651 km) em 1851, cinco anos antes de nós termos conseguido a proeza de chegar ao Carregado (40 km), sem uma das carruagens por falta de força da locomotiva. Isto apesar do nosso grande império. Um romance que me disse muito dos russos e me põs a pensar nos portugueses.
Uma péssima capa para um tão grande livro.
Recomendo vivamente esta edição até por estar escrita em português. Há uma edição quase simultânea da Relógio d’ Água, lamentavelmente escrita em acordês.
Fica o aviso a todos os opositores ao aborto ortográfico.
O ultimo romance que li apaixonadamente e que adorei. Fez-me companhia nas tardes deste inverno rigoroso. Gostei tanto do livro que nem me apetece ver o filme. 🙂
Bom livro para ler no Inverno. Sobretudo num Inverno longo, como este tem sido.