17 comentários em “No Natal, castanhas e vinho”

  1. Cada um tem o Maduro que merece… Este, não deve tardar muito, cairá de podre…

    Foi descoberto um plano secreto da CIA para a disseminação dum surto de diarreia…
    Obama no seu pior!

    1. No género, a Nossa Senhora do Orçamento de Cavaco e a aparição do livro de Sócrates nas mãos de um taxista (Zorrinho), também não estão nada mal…

  2. Não tem nada de anormal. Cá em Portugal fazem-se coisas semelhantes. As Câmaras Municipais decretam que o Natal começa a 15 de outubro (ainda muito mais cedo que na Venezuela!) e ligam logo ali iluminações de Natal (pagas pelo contribuinte) por todas as ruas. E o objetivo é o mesmo que na Venezuela: alegrar a malta. Fazê-la esquecer a crise.

  3. Não tem nada de mal. Se o papa Libério, um maduro do século quarto que nem papel tinha para limpar o cu, e que governava toda a cristandade por decreto, decretou que Cristo nasceu a 25 de dezembro, não se vê porque não possa um Maduro do século 21, também governando por decreto e também sem papel para limpar o cu, decretar que Ele começou a nascer logo em novembro. Assim como assim, tenho a impressão que o Maduro do século 21 será melhor pessoa (e terá o cu mais limpo) do que o Libério do século quarto.

  4. Maduro é um louco que não pensa, com a cabeça, mas com os pés. Diz o que lhe vem à cabeça, não pensando se está certo ou errado e para azar é rodeado por outros como ele. Há povos sofredores que têm governantes que são uma lástima. Há um ditado popular bem claro: cada povo tem aquilo que merece. Talvez tenham aquilo que merecem é que na hora do voto é que se decide. Eles decidiram, tal como nós e agora sofrem as consequências assim como nós as sofremos.

      1. Não vamos confundir as coisas. Cada povo tem aquilo que merece, se isto ofende quem votou nele? Fica difícil saber o que ofende ou não. Por amor de Deus. Se lhe disser que conheço bem de mais!…..

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