10 comentários em “Poirot precisa-se”

    1. Não duvido, Pat. Deve ter chegado a um ponto insustentável para apresentar uma queixa-crime, até porque tem dois filhos pequenos e sabe que a história vai virar um carnaval mediático. Beijos

  1. Isso acontece quando a ambição é maior que a natureza. Também, o seria de esperar de alguém que é baptizado como Carrilho?! Na minha terra chamamos isso a uma maçaroca, mas sem o milho. Ora bolas, logo sem o que se quer.

  2. onde recomenda a ana, agora que nos alertou para o caso, que acompanhemos a novela? no i? no cm?
    é uma chatice isto aparecer agora, logo quando os presidentes dos bancos (salgados, ulriques e outros secos e molhados) estão de novo a apresentar-se ao público, com o reportório revivalista , tipo ” ótempo voltapratraz”, aproveitando o impacto da morte do mourão, com o management do passos…
    logo agora que os nossos governantes já falam sobre assuntos domésticos quando se encontram no estrangeiro…
    não dá mesmo para acompanhar tudo.
    onde recomenda?

    1. Carlos, recomendo que não acompanhe sequer. Eu nem sabia dos desenvolvimentos posteriores, como por exemplo a “contra-queixa” de que um comentador nos deixa aqui o link. A história não me interessa nada, é deplorável e a violência doméstica é um assunto muito sério.
      Limitei-me a apontar o absurdo expresso nas duas frases que destaco da notícia, mas refiro-me à forma e não ao conteúdo.

  3. aqui sim, na minha opinião é preciso um poirot para descobrir onde se encontra o direito de todos aos cuidados de saúde…
    ahhh…afinal não é preciso, o direito existe para todos, depois obtê-los é que “custa” mais…
    http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=690828&tm=8&layout=122&visual=61

  4. Significa apenas que eles e as capas das revistas andaram a iludir-nos sem decoro. E não se pode processa-los?

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