Ao mesmo. Do João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.
Memória. Da Helena Matos, no Blasfémias.
A voz do dono. De Filipe Tourais, n’ O País do Burro.
O que temos de aturar. Do Filipe Nunes Vicente, no Mar Salgado.
Cortinas de fumo. De Gabriel Silva, no Blasfémias.
Para que serve a requalificação do Terreiro do Paço? De Fernando Penim Redondo, no Dote Come.
Zeca. De Bruno Vieira Amaral, n’ O Cachimbo de Magritte.
Guerra e Paz 2. Da Joana Carvalho Dias, no Hole Horror.
Odeio-te, Philip Roth, odeio-te! De Eugénia de Vasconcellos, na Mátria Minha.
Terra Nova: a independência que descambou num fiasco… De A. Teixeira, no Herdeiro de Aécio.
Liberdade de expressão (2). Do Tomás Vasques, no Hoje Há Conquilhas.
Pyongyang também é aqui. De Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.
"Como é que Deus permite isto?" Do Henrique Raposo, no Clube das Repúblicas Mortas.
Can’t tell the truth cause it all comes out wrong. De Pedro Jordão, em The Heart is a Lonely Hunter.
(em actualização)

Obrigado pela ligação arriscada a um post que mexe com coisas sagradas. Os pastéis de Belém, obviamente.
Parabéns pelo título do blogue (de um romance de Carson McCullers, um dos mais belos títulos de sempre da literatura universal) e pelo sentido de humor e por tudo o resto, Pedro.
Caro Pedro, obrigada por ter dado nota da minha imensa inveja!
Pensando bem…não sei se lhe agradeça.