5 comentários em “E agora como é que se lhe chama?”

  1. O crescimento precisa de ser qualificado.
    O crescimento foi maior que o endividamento? Ou seja aquilo que crescemos dá para pagar aquilo que nos endividamos no mesmo período? Se não ,é um crescimento à “socialista”.

    Se o crescimento foi 1% do PIB mas o endividamento do estado foi 2% do PIB o quer acontecerá a esse crescimento?… Impostos e não dá para pagar tudo.

    O post não deixa de ser válido no contexto da narrativa socialista/keynesiana em vigor sobre o crescimento.

  2. Chama-se interregno na austeridade, graças em parte ao Tribunal Constitucional. E se comparar com o trimestre homólogo do ano passado, a queda é de 2%… recessão, portanto, nada de novo.
    Manda a prudência que não se fale de recessão a não ser quando há uma queda consistente da economia. Mandaria o mesmo princípio que se esperasse por uma subida consistente para falar em recuperação. Ou para mudar a geometria.

  3. jaa, chamo a isto notícia propagandística. E vou referir alguns aspectos da má propaganda:

    1 – O PIB cai relativamente a período homólogo, isto é ao mesmo período do ano 2012;
    2 – Os dados são apresentados em comparação com o primeiro trimestra de 2013 (JAN/FEV/MAR). Ainda vamos dar razão ao Gaspar quando ele afirmou que a quebra se deveu à chuva. Reparem que eles referem à “quebra menos acentuada (isto é, houve quebra) no investimento, nomeadamente no sector da construção”;
    3 – O último aspecto sobre esta propaganda dever ser focado no facto de as comparações ditas positivas, isto é, de 1,1%, serem feitas de acordo com estimativas umas décimas abaixo.

    Por último e usando a linguagem que agora se usa, os dados revelados dizem respeito a uma queda, repito, uma queda mais “positiva”. Como tudo funciona por comparação com o negativo das estimativas feitas por astros o que é mau tornou-se bom. E O MAU É QUE CAIU 2% RELATIVAMENTE A PERÍODO HOMÓLOGO DE 2012.

  4. Curva de despiste.
    Despiste, de despistagem.
    Despiste, de não conseguirem fazer a curva.
    Despiste tudo, e depois da tanga chega à pele.

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