A minha má vontade contra os economistas leva-me a pensar que foi o CEO do instituto, pela primeira vez um economista em vez dum meteorologista de carreira, que se arriscou a dar visibilidade a uma previsão frágil. para aumentar a notoriedade do instituto. Mas, como diz a minha mulher, para reduzir a média de temperaturas deste verão para os níveis previstos já só se caísse neve!
O que também chateia é que enquanto aqui há anos iam ouvir gente que nos explicava a que se devia a situação, que precedentes havia nos registos, quanto tempo iria durar, etc., (recordo Anthímio de Azevedo, Costa Alves e outros), nos dias que correm os “jornalistas” vão para a praia, as esplanadas, as ruas, e colocam o microfone em frente de quem por lá está, do que não resulta mais que ouvir-se o tipo de conversa que cada um faz com os seus conhecidos, e não tem habitualmente o mais pequeno interesse para ser teledifundido.
A minha má vontade contra os economistas leva-me a pensar que foi o CEO do instituto, pela primeira vez um economista em vez dum meteorologista de carreira, que se arriscou a dar visibilidade a uma previsão frágil. para aumentar a notoriedade do instituto. Mas, como diz a minha mulher, para reduzir a média de temperaturas deste verão para os níveis previstos já só se caísse neve!
A sua mulher sabe mais da matéria do que estes ‘borda d’águas’ todos, JJ. Só a meteorologia consegue ser menos “ciência exacta” do que a economia.
Quando cheguei a Portugal, em fins de Maio, na minha última estadia, ouvia dizer, em todo o lado, que este ano não haveria Verão…
Já não se fabricam zandingas como antigamente, Cristina.
O que também chateia é que enquanto aqui há anos iam ouvir gente que nos explicava a que se devia a situação, que precedentes havia nos registos, quanto tempo iria durar, etc., (recordo Anthímio de Azevedo, Costa Alves e outros), nos dias que correm os “jornalistas” vão para a praia, as esplanadas, as ruas, e colocam o microfone em frente de quem por lá está, do que não resulta mais que ouvir-se o tipo de conversa que cada um faz com os seus conhecidos, e não tem habitualmente o mais pequeno interesse para ser teledifundido.
E ainda por cima as praias são sempre as mesmas. No Algarve, por exemplo, nunca vão para além de Albufeira ou Vilamoura.